O consumo de ouro na China somou 684,6 toneladas nos três primeiros trimestres de 2026, alta de 0,3% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Associação de Ouro da China, que divulgou os dados na quarta-feira (4). O que sustentou o número foi o ouro como investimento. A compra de barras e moedas subiu 26%, para 444,6 toneladas, enquanto o consumo em joias caiu 34%, para 178,6 toneladas. O uso industrial e outros cresceu 1%, para 61,4 toneladas.
Segundo a associação, o mercado de investimento passa por uma reorganização, com vendas diretas substituindo revendedores. No setor de joias de ouro, ganham espaço peças de maior valor agregado e com preço fixo. A produção a partir de minério nacional recuou 19%, efeito de reforços na segurança das minas e de paradas para manutenção em projetos importantes. Já as minas de grupos chineses no exterior produziram 71,1 toneladas, alta de 16%.
O banco central chinês também seguiu comprando. Foram 103,3 toneladas incorporadas às reservas até setembro, que chegaram a 2.409,6 toneladas, a quinta maior do mundo. Foi o 23º mês seguido de aumento, desde novembro de 2024.







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