A China mobilizou mais de 2.500 socorristas para as buscas após o deslizamento de lama que atingiu o posto fronteiriço de Gyirong, entre a China e o Nepal, na Região Autônoma de Xizang, no dia 26 de agosto. Segundo o centro de resposta a emergências e resgate, o desastre — provocado pelo colapso de uma geleira em grande altitude do lado nepalês — havia deixado, até as 18h de sábado (horário local), 43 mortos e 519 desaparecidos apenas no lado chinês da fronteira.
Ainda de acordo com as autoridades, mais de 2.500 pessoas e cerca de 500 veículos já foram destacados para as operações de resgate, além de mais de mil voos de drones que já lançaram 5,43 toneladas de suprimentos à região afetada.
O mesmo desastre atingiu com força ainda maior o lado nepalês da fronteira, onde balanços internacionais recentes apontavam mais de 1.100 mortos e cerca de 4.500 desaparecidos. Do lado chinês, o esforço tem se concentrado em restabelecer o acesso rodoviário à área isolada e sustentar as buscas em terreno de difícil acesso.
Por se tratar de uma situação em que o número de vítimas ainda muda rapidamente, a China Hoje mantém o foco nas ações declaradas pelas autoridades chinesas — mobilização de pessoal, equipamentos e suprimentos.







0 comentários