<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>China Hoje</title>
	<atom:link href="https://www.chinahoje.net/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.chinahoje.net/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Sep 2026 03:01:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2022/12/cropped-icone_chinahoje-32x32.png</url>
	<title>China Hoje</title>
	<link>https://www.chinahoje.net/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Música, arte e natureza: Festival Brasil promove imersão na cultura e biodiversidade brasileira em Beijing</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/cultura/musica-arte-e-natureza-festival-brasil-promove-imersao-na-cultura-e-biodiversidade-brasileira-em-beijing/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/cultura/musica-arte-e-natureza-festival-brasil-promove-imersao-na-cultura-e-biodiversidade-brasileira-em-beijing/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 03:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33954</guid>

					<description><![CDATA[<p>O samba circula pela China há pelo menos três décadas. Nesse tempo, músicos brasileiros construíram trajetórias, o choro encontrou novos intérpretes e públicos e a música popular brasileira ganhou espaço na cena cultural local. Essa história ganha um novo capítulo com o Festival Brasil, que ocorre de 2 a 6 de setembro no 798 Art [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/cultura/musica-arte-e-natureza-festival-brasil-promove-imersao-na-cultura-e-biodiversidade-brasileira-em-beijing/">Música, arte e natureza: Festival Brasil promove imersão na cultura e biodiversidade brasileira em Beijing</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-33956" src="https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-1024x683.jpg 1024w, https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-300x200.jpg 300w, https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-768x512.jpg 768w, https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-1536x1024.jpg 1536w, https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-1080x720.jpg 1080w, https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-1280x853.jpg 1280w, https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-980x653.jpg 980w, https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482-480x320.jpg 480w, https://www.chinahoje.net/wp-content/uploads/2026/09/微信图片_20260903201702_3_482.jpg 1620w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>O samba circula pela China há pelo menos três décadas. Nesse tempo, músicos brasileiros construíram trajetórias, o choro encontrou novos intérpretes e públicos e a música popular brasileira ganhou espaço na cena cultural local. Essa história ganha um novo capítulo com o <strong>Festival Brasil</strong>, que ocorre de 2 a 6 de setembro no 798 Art Zone, polo de arte contemporânea de Beijing que recebe mais de dez milhões de visitantes por ano.</p>
<p>Em um palco ao ar livre, no Creative Square, onze atrações se revezam ao longo dos cinco dias, com repertórios que passam pelo samba, choro, MPB e música gaúcha, além de sets de DJs e rodas de capoeira. Fora do palco, fotografia, bordados, xilogravuras e experiências imersivas compõem a <strong>Exposição Brasil &#8211; Rios Voadores</strong>, um percurso pelos seis biomas que aproxima o público da natureza, das culturas e dos modos de vida de diferentes regiões do país.</p>
<p>A programação se estende ao auditório do 798 CUBE, com o seminário <em>“Territórios Vivos: Cultura, Tecnologias Sociais e Inovação para a Defesa da Biodiversidade no Brasil e na China”</em> e um workshop para operadores de turismo chineses sobre Foz do Iguaçu, o Complexo Turístico Itaipu e a plataforma Brasil Travel Specialist (BTS).</p>
<p>O Festival integra o <strong>Ano Cultural Brasil-China 2026</strong> e é realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur &#8211; Visit Brasil) e da Itaipu Binacional. Shows, exposição, debates e ações com profissionais do turismo colocam no mesmo programa diferentes frentes do intercâmbio entre os dois países.</p>
<p>“O Ano Cultural Brasil-China é uma iniciativa do Governo do Brasil para aproximar nossos países e também ampliar as oportunidades para a economia criativa e o turismo brasileiro. Ao apresentar o Brasil pela cultura e pelos nossos destinos, mostramos a diversidade, a criatividade e a riqueza dos nossos territórios e despertamos o interesse de novos públicos e mercados. Essa aproximação pode se transformar em circulação de artistas e produtos culturais, em novos roteiros turísticos, parcerias e negócios. É uma forma de mostrar que investir em cultura também é investir em desenvolvimento econômico e em novas oportunidades para o Brasil,” ressalta a ministra da Cultura do Brasil, Margareth Menezes.</p>
<p><strong>UM PALCO ENTRE BRASIL E CHINA</strong></p>
<p>Samba e choro ganham destaque no palco do festival. Na China desde 1998, a <strong>Golden Brazilians</strong> soma mais de 5 mil apresentações no país e leva ao evento uma trajetória construída diante do público local. <strong>Marina Iris</strong> parte do samba para trabalhar memória, ancestralidade e identidade, enquanto a <strong>Banda Choro BJ</strong> encontra na tradição de nomes como Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Jacob do Bandolim matéria para arranjos contemporâneos.</p>
<p>Jazz, bossa nova e pop abrem outras possibilidades com <strong>Ricardo Vogt</strong>, <strong>Diego Ramos</strong> e a <strong>Banda Groove It</strong>, liderada pela cantora brasileira Luciana Agel. <strong>Marianita Ortaça</strong> leva a Beijing o acordeom e o repertório missioneiro do Rio Grande do Sul, base de um trabalho dedicado à cultura gaúcha. A música eletrônica fica por conta de <strong>DJ MAM</strong> e <strong>DJ 798</strong>.</p>
<p>Rodas de capoeira também subirão ao palco com <strong>Capoeira Maloca Beijing</strong> e <strong>Grupo Axé Capoeira &amp; Mestre Eddy</strong>. Nascida da resistência e da criatividade da população negra no Brasil, a manifestação combina jogo, dança, música e movimento.</p>
<p>“A biodiversidade é parte central da identidade turística do Brasil. Quando apresentamos nossos seis biomas, mostramos não apenas paisagens, mas experiências, culturas e comunidades que dão vida a diferentes regiões do país. É esse Brasil diverso que queremos tornar cada vez mais conhecido no mercado chinês”, afirma Bruno Reis, presidente da Embratur.</p>
<p><strong>SEIS BIOMAS, DIFERENTES FORMAS DE CONHECER O BRASIL</strong></p>
<p>A <strong>Exposição Brasil &#8211; Rios Voadores</strong> terá um espaço exclusivo no Creative Square. O ponto de partida é o fenômeno que dá nome à mostra: correntes de umidade formadas sobre a Floresta Amazônica e transportadas pelos ventos através do continente, conectando regiões muito diferentes do país.</p>
<p>A visita começa em uma sala principal organizada como galeria de arte. Em 42 fotografias, seis autores apresentam seus olhares sobre cada bioma: João Marcos Rosa, na Amazônia; José Medeiros, no Pantanal; André Dib, no Cerrado; André Pessoa, na Caatinga; Zig Koch, na Mata Atlântica; e Tadeu Vilani, no Pampa. As imagens aproximam o público de paisagens, animais, pessoas e modos de vida associados a esses ambientes.</p>
<p>Na sala seguinte, o som ganha destaque. Água corrente, folhas movidas pelo vento e o canto das aves em diferentes momentos do dia compõem a ambientação, ao lado de vídeos e registros captados por câmeras-trap.</p>
<p>A escala muda na <strong>Casa Biomas</strong>, idealizada pelo designer Renato Imbroisi, em uma instalação em tamanho real que reúne peças bordadas em diferentes técnicas por mais de 60 artesãs brasileiras. As criações fazem referências à fauna e à flora, traduzindo em trabalho manual relações com a natureza e conhecimentos transmitidos entre gerações.</p>
<p>A Caatinga aparece sob outro olhar na obra de J. Borges. As 40 xilogravuras da série <em>Caatinga Flora</em> transformam espécies e formas do bioma em imagens ligadas à tradição do cordel e à cultura popular nordestina, incorporando à exposição a linguagem de um artista profundamente associado à cultura de sua região.</p>
<p>A experiência termina com óculos de realidade virtual que levam o público ao Rio de Janeiro, aos Lençóis Maranhenses, a Fernando de Noronha, ao Pantanal e à Amazônia. Um totem em mandarim conectado ao Visit Brasil reúne informações para quem quiser continuar conhecendo destinos e experiências depois da visita.</p>
<p><strong>CULTURA, TERRITÓRIO E BIODIVERSIDADE EM DEBATE</strong></p>
<p>Antes do início do Festival, Brasil e China levam a conversa sobre território e biodiversidade para o seminário “Territórios Vivos: Cultura, Tecnologias Sociais e Inovação para a Defesa da Biodiversidade no Brasil e na China”. O encontro acontece em 1º de setembro, no auditório do 798 CUBE, e reúne pesquisadores, gestores, artistas e especialistas.</p>
<p>A programação se organiza em três painéis sobre mudanças climáticas, proteção da biodiversidade e conhecimentos construídos pelas comunidades. Arquitetura ecológica, tecnologias sociais, inovação, práticas culturais e saberes locais estão entre os temas das discussões.</p>
<p>Participam pesquisadores ligados à Universidade de Beijing, à Universidade de Tongji, à Universidade de Brasília e à Academia Central de Belas Artes, além de representantes da Itaipu Binacional, do Ministério da Cultura e do Instituto A Cidade Precisa de Você.</p>
<p><strong>TURISMO EM PAUTA</strong></p>
<p>A agenda do Brasil na China conta ainda com um workshop para cerca de 50 operadores chineses. Representantes da Itaipu Binacional, do Visit Iguassu e do Visit Brasil apresentam Foz do Iguaçu, o Complexo Turístico Itaipu e a plataforma Brasil Travel Specialist, além de ferramentas para apoiar a criação de roteiros voltados ao mercado chinês. A proposta é aproximar quem comercializa viagens das experiências brasileiras que também aparecem ao longo do Festival.</p>
<p>“A ação conjunta consolida uma parceria para promover o Brasil e fortalecer as relações bilaterais com a China. Isso amplia a divulgação do destino no mercado internacional e fortalece o turismo na região”, ressalta o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Festival Brasil</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 2 a 6 de setembro</p>
<p>Apresentações artísticas e culturais: a partir das 17h</p>
<p>Local: Creative Square, 798 Art Zone, Beijing, China</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Exposição Brasil &#8211; Rios Voadores</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 2 a 6 de setembro</p>
<p>Horário: 13h às 21h</p>
<p>Local: Creative Square, 798 Art Zone, Beijing, China</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/cultura/musica-arte-e-natureza-festival-brasil-promove-imersao-na-cultura-e-biodiversidade-brasileira-em-beijing/">Música, arte e natureza: Festival Brasil promove imersão na cultura e biodiversidade brasileira em Beijing</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/cultura/musica-arte-e-natureza-festival-brasil-promove-imersao-na-cultura-e-biodiversidade-brasileira-em-beijing/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Robótica levam tradição chinesa à Bienal de Veneza</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/cultura/robotica-levam-tradicao-chinesa-a-bienal-de-veneza/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/cultura/robotica-levam-tradicao-chinesa-a-bienal-de-veneza/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 00:10:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33951</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dezenas de visitantes fizeram fila no pavilhão da China na Bienal de Veneza para ver algo pouco comum: um braço robótico conduzindo lentamente um pincel de caligrafia tradicional chinesa sobre uma folha de papel, traço a traço, até formar os caracteres de &#8220;Sonho&#8221; e &#8220;Riacho&#8221;. A cena faz parte da mostra &#8220;Dream Stream&#8221; (algo como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/cultura/robotica-levam-tradicao-chinesa-a-bienal-de-veneza/">Robótica levam tradição chinesa à Bienal de Veneza</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezenas de visitantes fizeram fila no pavilhão da China na Bienal de Veneza para ver algo pouco comum: um braço robótico conduzindo lentamente um pincel de caligrafia tradicional chinesa sobre uma folha de papel, traço a traço, até formar os caracteres de &#8220;Sonho&#8221; e &#8220;Riacho&#8221;.</p>
<p>A cena faz parte da mostra &#8220;Dream Stream&#8221; (algo como &#8220;Riacho de Sonhos&#8221;), tema do pavilhão chinês na 61ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza, na Itália, a mesma edição em que o Brasil também tem pavilhão próprio, com a exposição &#8220;Comigo ninguém pode&#8221;, das artistas Adriana Varejão e Rosana Paulino, com curadoria de Diane Lima. As duas mostras ficam em cartaz entre 9 de maio e 22 de novembro.</p>
<p>O título da mostra chinesa remete a &#8220;Dream Stream Essays&#8221;, uma enciclopédia escrita por Shen Kuo durante a Dinastia Song. Com a abertura do 83º Festival de Cinema de Veneza nesta quarta-feira, o fluxo de visitantes na Bienal também cresceu — e o pavilhão chinês tem chamado atenção pela mistura de cultura tradicional, arte contemporânea e tecnologia.</p>
<h2>O jogo &#8220;Black Myth: Wukong&#8221; também é atração</h2>
<p>Outro ponto que tem atraído público é uma área interativa com cenas do jogo chinês &#8220;Black Myth: Wukong&#8221;, sucesso mundial inspirado na mitologia tradicional chinesa e já disponível também no mercado brasileiro. Uma tela grande cria uma experiência imersiva num mundo inspirado na mitologia chinesa, ao lado de uma escultura do protagonista do jogo.</p>
<p>O visitante alemão Thomas relatou ter ficado impressionado com os gráficos e os controles do jogo depois de testá-lo por alguns minutos, e disse ter perguntado como poderia baixar a versão completa para conhecer melhor a mitologia por trás da história.</p>
<p>Segundo os organizadores, a mostra combina caligrafia, vídeo, arte digital, instalações multimídia e exibições robóticas para apresentar a tradição chinesa em novas linguagens. Obras como &#8220;Liangzhu Highlight&#8221; e &#8220;Kinetic Droplet Instrument&#8221; transformam elementos da cultura chinesa em experiências sensoriais e interativas, criando um espaço de diálogo entre o antigo e o contemporâneo.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/cultura/robotica-levam-tradicao-chinesa-a-bienal-de-veneza/">Robótica levam tradição chinesa à Bienal de Veneza</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/cultura/robotica-levam-tradicao-chinesa-a-bienal-de-veneza/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>China avança em robótica e IA aberta e abre espaço ao Brasil</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/brasil-china/china-avanca-em-robotica-e-ia-aberta-e-abre-espaco-ao-brasil/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/brasil-china/china-avanca-em-robotica-e-ia-aberta-e-abre-espaco-ao-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 23:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil-China]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33949</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os avanços da China em inteligência artificial — modelos abertos, infraestrutura computacional, robótica e aplicação da tecnologia na economia — abrem novas oportunidades de cooperação com o Brasil. A avaliação é de especialistas brasileiros reunidos nesta quarta-feira no seminário &#8220;Brasil, China e a Governança da Inteligência Artificial&#8221;, promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) e pelo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/brasil-china/china-avanca-em-robotica-e-ia-aberta-e-abre-espaco-ao-brasil/">China avança em robótica e IA aberta e abre espaço ao Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os avanços da China em inteligência artificial — modelos abertos, infraestrutura computacional, robótica e aplicação da tecnologia na economia — abrem novas oportunidades de cooperação com o Brasil. A avaliação é de especialistas brasileiros reunidos nesta quarta-feira no seminário &#8220;Brasil, China e a Governança da Inteligência Artificial&#8221;, promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) e pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI).</p>
<p>Para Diogo Cortiz, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e pesquisador sênior do NIC.br, a liderança chinesa em um segmento específico já não é hipótese. &#8220;Hoje a China está na vanguarda da robótica&#8221;, afirmou, citando a presença de dezenas de empresas chinesas dedicadas a robôs humanoides.</p>
<p>Cortiz relatou sua participação recente em uma conferência de IA em Xangai, que reuniu mais de 300 mil visitantes ao longo de vários dias, com empresas de diferentes setores apresentando seus serviços.</p>
<h2>Por que a robótica chinesa está à frente?</h2>
<p>Além da robótica, o pesquisador destacou o avanço chinês em modelos de linguagem. Segundo ele, havia a expectativa de que o país estivesse atrasado nessa corrida, mas a chegada de modelos com capacidades comparáveis às de concorrentes ocidentais, disponibilizados de forma aberta, mudou esse cenário.</p>
<p>Para Cortiz, o diferencial não está necessariamente em quem desenvolve a tecnologia primeiro, mas em quem consegue adotá-la e transformar sua economia a partir dela, um recado direto para países como o Brasil, que ainda discute como se posicionar diante da corrida global por IA.</p>
<h2>Infraestrutura: por que o Brasil aposta em dois fornecedores</h2>
<p>Cortiz avaliou de forma positiva a decisão do Brasil de adquirir duas infraestruturas de computação para IA, uma de origem chinesa e outra americana. Segundo ele, a diversificação de fornecedores prepara o ecossistema nacional para lidar com uma tecnologia — a infraestrutura chinesa — que deve estar bastante avançada daqui a cinco ou dez anos.</p>
<p>O pesquisador também chamou atenção para as diferenças entre os modelos de supercomputação: cada fornecedor tem softwares, sistemas operacionais e middleware próprios, o que torna relevante, na visão dele, abrir diálogo também com a tecnologia chinesa nessa camada.</p>
<h2>O que vem a seguir: soberania e transferência de tecnologia</h2>
<p>O seminário também tratou da iniciativa &#8220;AI Plus&#8221;, incorporada ao mais recente plano quinquenal chinês para estender a inteligência artificial a diferentes setores da economia — um movimento que, segundo os especialistas, ilustra como Pequim trata a adoção da tecnologia como prioridade de Estado, não apenas como aposta de mercado.</p>
<p>Cortiz foi direto ao tratar do tema da soberania tecnológica: &#8220;Se não tivermos uma infraestrutura computacional, não teremos soberania alguma&#8221;. Para ele, sem essa base, o país sequer tem ponto de partida para treinar seus próprios modelos ou adotar tecnologias abertas em escala.</p>
<p>García defendeu que a cooperação com a China vá além da compra de equipamentos e inclua transferência de tecnologia, treinamento de engenheiros brasileiros e apoio à indústria local — os próximos passos que devem pautar a relação entre os dois países no campo da inteligência artificial.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/brasil-china/china-avanca-em-robotica-e-ia-aberta-e-abre-espaco-ao-brasil/">China avança em robótica e IA aberta e abre espaço ao Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/brasil-china/china-avanca-em-robotica-e-ia-aberta-e-abre-espaco-ao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>China reabre estrada para porto atingido por deslizamento no Xizang</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/sociedade/china-reabre-estrada-para-porto-atingido-por-deslizamento-no-xizang/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/sociedade/china-reabre-estrada-para-porto-atingido-por-deslizamento-no-xizang/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 02:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33946</guid>

					<description><![CDATA[<p>O acesso rodoviário ao porto de Gyirong, no sudoeste da China, na fronteira com o Nepal, foi restabelecido na manhã desta quarta-feira (2), após dias de obras ininterruptas. A reabertura permite a chegada de mais equipes de resgate, suprimentos e equipamentos de grande porte à área atingida pelo um deslizamento de lama em 26 de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/sociedade/china-reabre-estrada-para-porto-atingido-por-deslizamento-no-xizang/">China reabre estrada para porto atingido por deslizamento no Xizang</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso rodoviário ao porto de Gyirong, no sudoeste da China, na fronteira com o Nepal, foi restabelecido na manhã desta quarta-feira (2), após dias de obras ininterruptas. A reabertura permite a chegada de mais equipes de resgate, suprimentos e equipamentos de grande porte à área atingida pelo um deslizamento de lama em 26 de agosto.</p>
<p>O desastre foi provocado pelo colapso de uma geleira de alta altitude no Nepal, que desencadeou uma sequência de deslizamentos em cadeia até o porto, no Xizang. Segundo a atualização mais recente do governo regional, 21 pessoas foram confirmadas mortas e 541 seguem desaparecidas.</p>
<p>A China mobilizou mais de 2.300 profissionais de emergência para a operação. O trecho destruído pertence à rodovia nacional G216, principal via de acesso ao porto, e ventos fortes impediram que helicópteros lançassem socorristas diretamente na área do posto de fronteira, as primeiras equipes precisaram caminhar quilômetros na lama carregando equipamento pesado.</p>
<h2>Como a estrada foi reconstruída em Xizang</h2>
<p>A obra ocorreu num desfiladeiro estreito, com encosta íngreme de um lado e o rio de corrente rápida do outro, o que limitou o número de máquinas trabalhando ao mesmo tempo. Em trechos onde a base da estrada havia sido levada pela água, escavadeiras corriam o risco de atolar.</p>
<p>O rio corria a 6 ou 7 metros por segundo, o suficiente para arrastar pedras comuns usadas na reconstrução da base. Trazer rochas mais pesadas exigia cerca de três horas de transporte, de uma distância de 40 quilômetros, por uma via estreita e à beira de penhascos.</p>
<p>As equipes adaptaram os métodos: escavadeiras trabalharam em revezamento, passando entulho de uma máquina para a seguinte, e usaram o próprio rio para separar material aproveitável, agitando a mistura de lama, areia e pedra na água para que a correnteza levasse a lama fina e deixasse o que servia para refazer a base da pista. A estatal China Anneng, responsável pelo trecho, monitorou as encostas em tempo integral com sistemas de vídeo a laser assistidos por inteligência artificial.</p>
<p>Um lago represado que se formara acima do porto foi completamente drenado, segundo avaliação de uma equipe de especialistas divulgada na terça-feira (1º). O risco, porém, não passou: as condições do canal do rio a jusante seguem sob monitoramento.</p>
<h2>Ajuda chinesa ao Nepal</h2>
<p>Em paralelo ao resgate em Xizang, a China acionou assistência ao Nepal. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, informou que Pequim enviou ajuda financeira emergencial, apoio humanitário e especialistas. O primeiro lote, de 50 toneladas de suprimentos, chegou a Katmandu no domingo, acompanhado de especialistas chineses em resgate em túneis.</p>
<p>Uma segunda remessa seguiu na terça-feira, com equipamentos de purificação de água e iluminação, dispositivos de testagem genética e drones, além de uma equipe de peritos em DNA para apoiar a identificação de vítimas. Um terceiro lote está sendo preparado, com pontes Bailey, material de prevenção epidemiológica e equipamentos de comunicação de emergência.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/sociedade/china-reabre-estrada-para-porto-atingido-por-deslizamento-no-xizang/">China reabre estrada para porto atingido por deslizamento no Xizang</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/sociedade/china-reabre-estrada-para-porto-atingido-por-deslizamento-no-xizang/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Xi visita Grande Museu Egípcio</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-visita-grande-museu-egipcio/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-visita-grande-museu-egipcio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 01:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33943</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os presidentes Xi Jinping e Abdel Fattah El-Sisi visitaram nesta quarta-feira (2), acompanhados de suas esposas, o Grande Museu Egípcio, inaugurado em novembro do ano passado no Cairo. A visita fechou a agenda cultural da viagem de Estado do líder chinês ao Egito. Os dois casais percorreram as esculturas em pedra e as colunas com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/mundo/xi-visita-grande-museu-egipcio/">Xi visita Grande Museu Egípcio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os presidentes Xi Jinping e Abdel Fattah El-Sisi visitaram nesta quarta-feira (2), acompanhados de suas esposas, o Grande Museu Egípcio, inaugurado em novembro do ano passado no Cairo. A visita fechou a agenda cultural da viagem de Estado do líder chinês ao Egito.</p>
<p>Os dois casais percorreram as esculturas em pedra e as colunas com inscrições do acervo e observaram as pirâmides do deque de observação do museu. Na sala dedicada a Tutancâmon, viram peças como o trono, a máscara de ouro e as carruagens reais do faraó.</p>
<p>Xi observou que China e Egito são civilizações antigas e países ricos em sítios reconhecidos como Patrimônio Mundial, e afirmou que as duas culturas vêm se aproximando ao longo do tempo, acrescentando capítulos à amizade entre os povos.</p>
<p>O presidente chinês defendeu que os dois lados sustentem uma visão de civilização baseada em igualdade, aprendizado mútuo, diálogo e inclusão, e que apliquem a Iniciativa Global de Civilização, proposta chinesa de 2023 que trata o intercâmbio cultural como pilar da política externa do país, ao lado das iniciativas de desenvolvimento e segurança. É a mesma moldura sob a qual Brasil e China realizam, em 2026, o Ano Cultural bilateral, anunciado pelos dois governos.</p>
<p>Sisi agradeceu as congratulações enviadas por Xi pela abertura do museu e afirmou que as civilizações egípcia e chinesa compartilham abertura, inclusão e convivência harmônica na diversidade, características que, segundo o presidente egípcio, se alinham à iniciativa proposta pelo líder chinês. O Egito, disse ele, está pronto para ampliar os intercâmbios culturais e entre pessoas com a China e contribuir para um mundo mais harmônico e inclusivo.</p>
<p>O Grande Museu Egípcio, no Cairo, reúne cerca de 100 mil peças e levou duas décadas para ficar pronto. A escolha do local como última parada da agenda de Xi no país é coerente com a leitura que Pequim vem fazendo da relação com o Egito: dois Estados que se apresentam como herdeiros de civilizações milenares e que usam esse repertório comum como argumento diplomático.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/mundo/xi-visita-grande-museu-egipcio/">Xi visita Grande Museu Egípcio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-visita-grande-museu-egipcio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Xi propõe nova arquitetura de segurança para o Oriente Médio</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-propoe-nova-arquitetura-de-seguranca-para-o-oriente-medio/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-propoe-nova-arquitetura-de-seguranca-para-o-oriente-medio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 01:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33940</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente chinês, Xi Jinping, apresentou nesta quarta-feira (2), no Cairo, uma proposta de quatro pontos para a construção de uma nova arquitetura de segurança no Oriente Médio, durante conversas com o presidente egípcio, Abdel Fattah El-Sisi. É a primeira visita de Xi ao Egito em dez anos e ocorre no ano em que os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/mundo/xi-propoe-nova-arquitetura-de-seguranca-para-o-oriente-medio/">Xi propõe nova arquitetura de segurança para o Oriente Médio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente chinês, Xi Jinping, apresentou nesta quarta-feira (2), no Cairo, uma proposta de quatro pontos para a construção de uma nova arquitetura de segurança no Oriente Médio, durante conversas com o presidente egípcio, Abdel Fattah El-Sisi. É a primeira visita de Xi ao Egito em dez anos e ocorre no ano em que os dois países completam sete décadas de relações diplomáticas.</p>
<p>O núcleo da proposta chinesa é que os povos da região sejam donos dos próprios assuntos e que a interferência externa seja rejeitada. Xi defendeu que a China apoia os países do Oriente Médio no fortalecimento do diálogo sobre paz e segurança e na construção de um arranjo regional próprio.</p>
<p>Xi também sustentou que a questão palestina segue no centro do problema do Oriente Médio e não pode ser ignorada nem marginalizada. Segundo ele, os múltiplos focos de tensão na região estão interligados e exigem soluções abrangentes, não respostas isoladas.</p>
<p>O terceiro ponto liga segurança a desenvolvimento: para o presidente chinês, a estabilidade duradoura na região depende de crescimento econômico. Ele afirmou que a China está disposta a trabalhar com os países da região para proteger a segurança das rotas marítimas internacionais e ampliar a cooperação em desenvolvimento, de modo a eliminar as causas de fundo dos conflitos.</p>
<p>Por fim, Xi pediu que a Carta da ONU e o direito internacional sejam os princípios que orientam os assuntos do Oriente Médio, e cobrou que a comunidade internacional, em especial as potências externas, abandone os dois pesos e duas medidas na região.</p>
<p>Sisi respondeu que o Egito valoriza a posição chinesa sobre o Oriente Médio, que classificou como consistente e imparcial, e afirmou o compromisso egípcio com a redução das tensões e a solução política das divergências.</p>
<h2>Acordos e a agenda bilateral</h2>
<p>Os dois chefes de Estado testemunharam a assinatura de mais de 20 documentos de cooperação, cobrindo Iniciativa Cinturão e Rota, inteligência artificial, comércio, cadeias industriais e de suprimentos, economia digital, ciência e tecnologia, educação e transportes. As partes também divulgaram uma declaração conjunta sobre o aprofundamento da parceria estratégica abrangente.</p>
<p>Xi lembrou que o Egito foi o primeiro país árabe e africano a estabelecer relações diplomáticas com a República Popular da China, em 1956, e defendeu que os dois lados ampliem a cooperação em energia verde, veículos elétricos, aeroespacial, economia digital e tecnologia agrícola moderna, além dos setores tradicionais de infraestrutura, energia elétrica, agricultura e telecomunicações.</p>
<p>Na frente multilateral, Xi propôs mais coordenação em plataformas como a ONU e o BRICS, grupo do qual Brasil, China e Egito são membros plenos, com o Egito integrado em 2024 e a presidência de turno hoje com a Índia. Sisi afirmou que o Egito adere firmemente ao princípio de uma só China e quer aprofundar a cooperação em comércio, investimento, manufatura, infraestrutura, finanças e novas energias.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/mundo/xi-propoe-nova-arquitetura-de-seguranca-para-o-oriente-medio/">Xi propõe nova arquitetura de segurança para o Oriente Médio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-propoe-nova-arquitetura-de-seguranca-para-o-oriente-medio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Telescópio chinês FAST ajuda a explicar por que o universo forma menos estrelas hoje</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/ciencia-e-tecnologia/telescopio-chines-fast-ajuda-a-explicar-por-que-o-universo-forma-menos-estrelas-hoje/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/ciencia-e-tecnologia/telescopio-chines-fast-ajuda-a-explicar-por-que-o-universo-forma-menos-estrelas-hoje/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 00:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33931</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por que o universo forma cada vez menos estrelas novas, se no passado esse processo era muito mais intenso? Um estudo liderado por cientistas chineses trouxe pistas importantes para responder a essa pergunta, que intriga astrônomos há décadas. A pesquisa foi conduzida por uma equipe internacional que reúne o Observatório Astronômico Nacional da China (NAOC), [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/ciencia-e-tecnologia/telescopio-chines-fast-ajuda-a-explicar-por-que-o-universo-forma-menos-estrelas-hoje/">Telescópio chinês FAST ajuda a explicar por que o universo forma menos estrelas hoje</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por que o universo forma cada vez menos estrelas novas, se no passado esse processo era muito mais intenso? Um estudo liderado por cientistas chineses trouxe pistas importantes para responder a essa pergunta, que intriga astrônomos há décadas.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida por uma equipe internacional que reúne o Observatório Astronômico Nacional da China (NAOC), o Observatório Astronômico de Xangai (SHAO), a Universidade Jiao Tong de Xangai e outras instituições. Os cientistas usaram o radiotelescópio chinês FAST, o maior do mundo, com 500 metros de diâmetro, em conjunto com o Instrumento Espectroscópico de Energia Escura (DESI, na sigla em inglês), um projeto internacional que reúne mais de 70 instituições ao redor do mundo.</p>
<h2>O que o LIneA tem a ver com essa descoberta</h2>
<p>O DESI, principal instrumento de apoio ao estudo, não é exclusividade chinesa: o Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LIneA), sediado no Rio de Janeiro, integra oficialmente essa colaboração internacional. Na prática, isso significa que os mesmos dados usados nesta pesquisa sobre a formação de estrelas também estão disponíveis para astrônomos brasileiros vinculados ao laboratório.</p>
<p>A explicação mais intuitiva para o enfraquecimento da formação estelar seria simples: o gás frio que &#8220;alimenta&#8221; o nascimento de novas estrelas estaria se esgotando aos poucos. Se essa hipótese estivesse certa, a queda na taxa de formação de estrelas devia vir acompanhada de uma queda equivalente nas reservas desse gás.</p>
<p>O hidrogênio atômico neutro é um dos principais reservatórios desse gás frio nas galáxias, mas é difícil de observar: seu sinal, uma linha espectral de 21 centímetros, é extremamente fraco e, em galáxias distantes, costuma se perder no ruído de fundo. Ao combinar a sensibilidade de rádio do FAST com o levantamento espectroscópico de amplo alcance do DESI, os pesquisadores conseguiram analisar cerca de 2,5 milhões de galáxias, cobrindo aproximadamente um terço do céu, a maior amostra já usada para esse tipo de medição.</p>
<p>O resultado surpreendeu a própria equipe: há 4,5 bilhões de anos, a taxa de formação de estrelas no universo era cerca de 2,5 vezes maior que a de hoje. Já a quantidade de hidrogênio atômico neutro, no mesmo período, era apenas 1,4 vez maior que a atual, bem menos do que seria de esperar se o esgotamento do gás fosse a explicação principal. Isso descarta a hipótese mais simples, de que a queda na formação de estrelas foi causada só pela redução das reservas de hidrogênio.</p>
<p>Se o gás ainda é relativamente abundante, o que está travando o nascimento de novas estrelas? Segundo os pesquisadores, as estrelas nascem principalmente dentro de nuvens de gás molecular, que são mais densas que o hidrogênio atômico neutro. Conforme a densidade geral do gás no universo cai, também cai a eficiência com que o hidrogênio atômico se transforma em hidrogênio molecular, reduzindo aos poucos o &#8220;combustível&#8221; mais concentrado necessário para formar novas estrelas.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/ciencia-e-tecnologia/telescopio-chines-fast-ajuda-a-explicar-por-que-o-universo-forma-menos-estrelas-hoje/">Telescópio chinês FAST ajuda a explicar por que o universo forma menos estrelas hoje</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/ciencia-e-tecnologia/telescopio-chines-fast-ajuda-a-explicar-por-que-o-universo-forma-menos-estrelas-hoje/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>China envia novo lote de ajuda e especialistas ao Nepal após deslizamento</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/mundo/china-envia-novo-lote-de-ajuda-e-especialistas-ao-nepal-apos-deslizamento/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/mundo/china-envia-novo-lote-de-ajuda-e-especialistas-ao-nepal-apos-deslizamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 00:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33929</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um novo lote de suprimentos de ajuda humanitária e especialistas chineses chegou de avião a Katmandu, capital do Nepal, nesta terça-feira (1º), como parte dos esforços de socorro da China após o deslizamento de terra ocorrido no país na semana passada. O pacote de ajuda foi montado a partir das necessidades identificadas no local, e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/mundo/china-envia-novo-lote-de-ajuda-e-especialistas-ao-nepal-apos-deslizamento/">China envia novo lote de ajuda e especialistas ao Nepal após deslizamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo lote de suprimentos de ajuda humanitária e especialistas chineses chegou de avião a Katmandu, capital do Nepal, nesta terça-feira (1º), como parte dos esforços de socorro da China após o deslizamento de terra ocorrido no país na semana passada.</p>
<p>O pacote de ajuda foi montado a partir das necessidades identificadas no local, e inclui drones, equipamentos e reagentes para testes de DNA, aparelhos de purificação de água e equipamentos de iluminação. Esse é o segundo envio da China ao Nepal, o primeiro lote de suprimentos havia chegado no domingo (30/8).</p>
<p>No mesmo voo desta terça, viajaram cinco especialistas chineses em identificação por DNA, formando a terceira equipe de peritos enviada pela China ao país. Assim que chegaram, os especialistas seguiram diretamente para as áreas atingidas pelo desastre, para apoiar as autoridades nepalesas nas operações de resgate.</p>
<p>Segundo as autoridades do Nepal, o número de mortos confirmados pelo deslizamento havia chegado a 1.068 até esta terça-feira, com outras 4.606 pessoas ainda desaparecidas.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/mundo/china-envia-novo-lote-de-ajuda-e-especialistas-ao-nepal-apos-deslizamento/">China envia novo lote de ajuda e especialistas ao Nepal após deslizamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/mundo/china-envia-novo-lote-de-ajuda-e-especialistas-ao-nepal-apos-deslizamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Energia solar supera o carvão e vira maior fonte de eletricidade instalada da China</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/sociedade/energia-solar-supera-o-carvao-e-vira-maior-fonte-de-eletricidade-instalada-da-china/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/sociedade/energia-solar-supera-o-carvao-e-vira-maior-fonte-de-eletricidade-instalada-da-china/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 00:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33926</guid>

					<description><![CDATA[<p>A capacidade instalada de energia fotovoltaica da China ultrapassou, pela primeira vez, a capacidade instalada de usinas a carvão do país, informou nesta terça-feira (1º) a Administração Nacional de Energia. Até o fim de julho, a capacidade solar chinesa chegou a 1,286 bilhão de quilowatts, superando os 1,285 bilhão de quilowatts do carvão — a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/sociedade/energia-solar-supera-o-carvao-e-vira-maior-fonte-de-eletricidade-instalada-da-china/">Energia solar supera o carvão e vira maior fonte de eletricidade instalada da China</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A capacidade instalada de energia fotovoltaica da China ultrapassou, pela primeira vez, a capacidade instalada de usinas a carvão do país, informou nesta terça-feira (1º) a Administração Nacional de Energia. Até o fim de julho, a capacidade solar chinesa chegou a 1,286 bilhão de quilowatts, superando os 1,285 bilhão de quilowatts do carvão — a energia solar passa a ser a maior fonte de eletricidade instalada da China.</p>
<p>&#8220;Isso é um marco na transição energética verde e de baixo carbono da China&#8221;, disse Liu Zhiqiang, especialista do Conselho de Eletricidade da China, para quem o novo sistema elétrico do país, com energias renováveis como pilar central, está se consolidando de forma acelerada.</p>
<h2>O que isso tem a ver com o Brasil</h2>
<p>A escala da indústria solar chinesa já é a principal referência para o mercado brasileiro. Segundo o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), 99% dos painéis solares importados pelo Brasil vêm da China — o que significa que o ritmo de expansão, os custos de produção e os avanços tecnológicos chineses influenciam diretamente o preço da energia solar instalada em telhados e usinas no país.</p>
<p>No mundo todo, a China já fornece mais de 80% dos módulos fotovoltaicos e 70% dos equipamentos de energia eólica, segundo a administração chinesa, uma posição que, segundo especialistas citados no comunicado, ajuda a estabilizar os mercados globais de energia em meio às incertezas nas cadeias de suprimento.</p>
<p>Até julho, a energia solar já respondia por mais de 30% de toda a capacidade instalada de geração elétrica da China; entre a capacidade adicionada só nos sete primeiros meses de 2026, essa fatia sobe para mais de 40%.</p>
<p>Capacidade instalada, porém, não é o mesmo que geração efetiva. Entre janeiro e julho, a energia solar gerou 802,4 bilhões de quilowatts-hora, o equivalente a 13% do consumo elétrico total do país. &#8220;A energia solar é altamente intermitente, por causa do ciclo dia-noite e das condições climáticas, com horas de utilização bem mais baixas que as do carvão. No curto prazo, o carvão continuará sendo um pilar de segurança do sistema elétrico chinês&#8221;, explicou Liu.</p>
<p>Para lidar com essa intermitência, o 15º Plano Quinquenal (2026-2030) já prevê metas específicas de integração das renováveis à rede, entre elas, chegar a 6 trilhões de quilowatts-hora de geração renovável por ano até 2030, sendo mais de 4 trilhões vindos de energia eólica e solar combinadas. Segundo Liu, a aposta chinesa é tornar a energia solar mais previsível e despachável, com sistemas integrados de armazenamento e produção de hidrogênio a partir de energia solar.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/sociedade/energia-solar-supera-o-carvao-e-vira-maior-fonte-de-eletricidade-instalada-da-china/">Energia solar supera o carvão e vira maior fonte de eletricidade instalada da China</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/sociedade/energia-solar-supera-o-carvao-e-vira-maior-fonte-de-eletricidade-instalada-da-china/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Xi Jinping chega ao Egito e celebra 70 anos de relações com artigo</title>
		<link>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-jinping-chega-ao-egito-e-celebra-70-anos-de-relacoes-com-artigo/</link>
					<comments>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-jinping-chega-ao-egito-e-celebra-70-anos-de-relacoes-com-artigo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 00:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.chinahoje.net/?p=33924</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente chinês, Xi Jinping, chegou nesta terça-feira (1º) ao Cairo para uma visita de Estado ao Egito, a convite do presidente egípcio, Abdel Fattah El-Sisi. Pouco antes do desembarque, Xi publicou um artigo assinado em três jornais intitulado &#8220;Celebrando 70 Anos de Solidariedade, China e Egito Embarcam em uma Nova Jornada&#8221;. É a segunda [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/mundo/xi-jinping-chega-ao-egito-e-celebra-70-anos-de-relacoes-com-artigo/">Xi Jinping chega ao Egito e celebra 70 anos de relações com artigo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente chinês, Xi Jinping, chegou nesta terça-feira (1º) ao Cairo para uma visita de Estado ao Egito, a convite do presidente egípcio, Abdel Fattah El-Sisi. Pouco antes do desembarque, Xi publicou um artigo assinado em três jornais intitulado &#8220;Celebrando 70 Anos de Solidariedade, China e Egito Embarcam em uma Nova Jornada&#8221;.</p>
<p>É a segunda vez que Xi visita o Egito como presidente, a primeira foi há dez anos. Publicar um artigo de próprio punho na imprensa do país anfitrião antes de uma visita de Estado é uma prática recorrente da diplomacia chinesa: Xi fez o mesmo em novembro de 2024, quando escreveu para a Folha de S.Paulo poucos dias antes de vir ao Brasil para a cúpula do G20.</p>
<p>No texto, Xi lembra que China e Egito completam neste ano 70 anos de relações diplomáticas, estabelecidas em 1956, o início da cooperação da China nova com o mundo árabe e africano. Ele recorre a uma metáfora egípcia para descrever o vínculo: &#8220;quem bebe do Nilo está destinado a voltar&#8221;.</p>
<p>O artigo percorre marcos da relação bilateral: o apoio chinês à soberania egípcia sobre o Canal de Suez, o voto do Egito a favor da restituição do assento da República Popular da China na ONU em 1971, e a cooperação econômica mais recente, como a Zona de Cooperação Econômica e Comercial de Suez, lançada há dez anos e apontada por Xi como geradora de empregos locais. Ele cita ainda a linha de trem elétrico intercidades construída por empresas chinesas no Egito e a entrada de laranjas egípcias no mercado chinês sob tarifa zero.</p>
<p>Na parte final, Xi propõe cinco linhas de trabalho para a parceria: reforçar a confiança mútua, ampliar a cooperação de benefício recíproco (citando o Egito como parceiro da Iniciativa do Cinturão e Rota), aprofundar intercâmbios culturais e educacionais, defender juntos o multilateralismo, incluindo apoio à causa palestina, e usar o Egito como ponte para a cooperação da China com o mundo árabe e a África.</p>
<p>O post <a href="https://www.chinahoje.net/mundo/xi-jinping-chega-ao-egito-e-celebra-70-anos-de-relacoes-com-artigo/">Xi Jinping chega ao Egito e celebra 70 anos de relações com artigo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.chinahoje.net">China Hoje</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.chinahoje.net/mundo/xi-jinping-chega-ao-egito-e-celebra-70-anos-de-relacoes-com-artigo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
