Empresários brasileiros compartilham experiência com o mercado chinês

Debate fez parte do evento “A China no Mundo Pós-pandemia”

Empresários chineses participaram de um seminário sobre a o ambiente de negócios da China, como parte do evento “A China no Mundo Pós-pandemia”, organizado pela revista China Hoje em parceria com o Instituto Confúcio da Unesp.

A fala de abertura foi feita por Victor Mellão, gerente de contas do Alibrave, time responsável pela gestão da loja online de empresas no marketplace do Alibaba. Mellão apresentou as possibilidades de crescimento que o ambiente digital da China trouxe para o mercado brasileiro, apresentando os resultados das empresas Distelerrie Stock, Beox e Açaí Verão.

Ele ainda mostrou três aprendizados que o país asiático trouxe para as empresas que desejam exportar produtos: “O primeiro ponto é o engajamento. É preciso ser profissional, assíduo, flexível e atender bem os clientes.  O segundo é a compreensão de necessidades.  Precisão de produção, capacidade de respostas e comunicação são os pontos que os consumidores mais valorizam. E o terceiro é o aprendizado contínuo. A inovação está no DNA do grupo Alibaba”.

Em seguida, o empresário Rodolfo Magalhães contou sobre a sua trajetória para abrir a primeira rede de clínicas brasileira na China, a Vip Dental Clinics. Depois de uma visita ao país em 2016, o CEO afirmou que quebrou muitos paradigmas que tinha com o país asiático e decidiu levar o seu negócio para Shenzhen.

“A gente usa o apelo de ter uma clínica brasileira. Trouxemos o nosso know-how para cá. É fantástico trazer o seu país para onde vai. E hoje a gente tem pacientes de todo mundo”, ele comemorou.

Fechando o debate, Paulo Rua, Diretor da Ybi Brasil Ingredientes, compartilhou uma experiência semelhante. “Se eu puder falar para a empresa brasileira de pequeno e médio porte sobre a China, eu digo que é um espaço imenso, em que a empresa tem que se preparar, mas há vários mecanismos para acessá-lo”, ele explica. “O nosso conceito é levar produtos genuinamente brasileiros para o mundo, preservando todos os biomas.  E a China está nos permitindo alavancar isso de forma prática.”

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