2ª CIIE contará com cerca de 200 empresas de Hong Kong

O evento internacional de importações acontecerá de 5 a 10 de novembro em Xangai e mostrará os produtos de qualidade da Região Administrativa Especial

A 2ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, na sigla em inglês) contará com a participação de cerca de 200 empresas de Hong Kong, que deverão mostrar os produtos e serviços de qualidade da região e promover o seu papel como plataforma de comércios e negócios internacionais da Ásia, pelo que anunciou o governo da Região Administrativa Especial (RAE) de Hong Kong.

O evento, que será realizado de 5 a 10 de novembro em Xangai, terá a área de exibição de Hong Kong dentro do Pavilhão da China na Feira Nacional de Comércio e Investimento. Ela será estabelecida para apresentar seu papel, as contribuições e a participação nos 70 anos desde a fundação da República Popular da China, além dos marcos históricos e das oportunidades de desenvolvimento do comércio e da economia de Hong Kong, incluindo os resultados da Iniciativa do Cinturão e Rota e o desenvolvimento da Grande Área da Baía Guangdong-Hong Kong-Macau.

As quase 200 empresas de Hong Kong, 20% a mais que no ano passado, participarão também da Feira de Empresas e Comércio da segunda CIIE. “O número crescente de empresas participantes manifesta a vontade delas de fazer uso da oportunidade essencial oferecida pela CIIE para promover os produtos e serviços de qualidade de Hong Kong ao mercado da parte continental chinesa e os mercados internacionais”, disse Edward Yau, secretário de comércio e desenvolvimento econômico da RAE de Hong Kong.

A CIIE traz oportunidades massivas às empresas de Hong Kong que estão interessadas em explorar o mercado da parte continental chinesa, apontou ele. “Hong Kong tem estabelecido parceria com as empresas na parte continental da China na exploração de novas oportunidades de desenvolvimento e na importação de produtos e serviços de todo o mundo para a China, comprovado pelo aumento de cerca de 8% do volar total de produtos reexportados à parte continental chinesa através de Hong Kong no ano passado”, ressaltou Yau.

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