As vendas no varejo de bens de consumo da China cresceram 5% no primeiro semestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando cerca de 24,55 trilhões de yuans (US$ 3,43 trilhões), segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Departamento Nacional de Estatísticas (DNE).
O crescimento, 0,4 ponto percentual acima do registrado no primeiro trimestre, reflete os efeitos de políticas voltadas à expansão da demanda interna. O vice-chefe do DNE, Sheng Laiyun, destacou que o consumo segue como principal motor da economia chinesa, representando 52% da contribuição ao PIB, que cresceu 5,3% no semestre.
As áreas urbanas e rurais apresentaram crescimento semelhante, de 5% e 4,9%, respectivamente. Já o varejo online avançou 8,5% no período. Impulsionadas por programas de incentivo à troca de produtos, as vendas de eletrodomésticos saltaram 30,7%, enquanto as de itens culturais e de escritório cresceram 25,4%.
Segundo Sheng, o governo deve reforçar ainda mais as medidas de estímulo ao consumo nos próximos meses, com o objetivo de sustentar o ritmo de crescimento econômico e garantir maior dinamismo ao mercado interno.
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