A 4ª edição da Exposição Internacional de Cadeias de Suprimentos da China (CISCE) foi encerrada nesta sexta-feira em Beijing com resultados recordes. De acordo com os organizadores, os expositores firmaram elos com 43 mil empresas de montante e jusante (upstream e downstream), superando o número da edição anterior. Com 676 empresas e instituições participantes, que somadas aos seus parceiros de cadeia, elevaram o número real de expositores a mais de 1.200, o evento consolidou-se como a principal plataforma global para integração produtiva.
Foco em IA e inovação aberta
O evento deste ano destacou-se pela ênfase em tecnologias digitais e inteligentes, inaugurando pela primeira vez uma área dedicada à Inteligência Artificial. Ao todo, 161 novos produtos, tecnologias e cenários de aplicação foram lançados durante a feira, que também sediou o lançamento do Relatório de Promoção da Cadeia de Suprimentos Global 2026 e da Matriz de Resiliência das Cadeias Globais.
Segundo Li Xingqian, vice-presidente do Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional (CCPIT), o número de visitantes profissionais cresceu 22% em relação ao ano anterior, com 70 eventos de negócios atraindo 12.200 participantes, incluindo executivos das Fortune Global 500.
Planejando o Futuro
A confiança no modelo foi reforçada antes mesmo do encerramento: na manhã de sexta-feira, 115 empresas e instituições assinaram cartas de intenção para a 5ª edição da CISCE, um aumento de 13% na comparação anual. Destas, 20 optaram por contratos de três a cinco anos de participação.
Criada em 2023 como o primeiro evento nacional do mundo focado em cadeias de suprimentos, a CISCE é descrita pela CCPIT como um “produto público internacional compartilhado”, essencial para construir redes industriais mais seguras, estáveis e inclusivas em um cenário global de incertezas.

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