A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma anunciou a proibição de um investimento estrangeiro envolvendo a startup de inteligência artificial Manus, determinando o cancelamento da aquisição. A decisão foi tomada com base nos mecanismos de revisão de segurança para investimentos externos da China.
O acordo, divulgado anteriormente e estimado em cerca de US$ 2 bilhões, envolvia a Meta, que pretendia utilizar a tecnologia da Manus para aprimorar seus sistemas de inteligência artificial. As autoridades, no entanto, consideraram que a operação poderia representar riscos, ordenando a revogação completa da transação.
A Manus foi desenvolvida pela Butterfly Effect, startup criada por engenheiros e empreendedores chineses, com foco em agentes de IA capazes de operar de forma autônoma com base em modelos de linguagem. A tecnologia foi oficialmente lançada em março de 2025 e rapidamente ganhou atenção no setor.
A decisão reflete um movimento mais amplo de reforço no controle sobre investimentos estrangeiros em áreas estratégicas, especialmente em tecnologias emergentes como inteligência artificial, consideradas sensíveis para segurança e desenvolvimento tecnológico nacional.

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