A China anunciou que irá ampliar gradualmente seus programas-piloto de abertura no setor de serviços, com foco em áreas como telecomunicações de valor agregado, biotecnologia e hospitais de capital totalmente estrangeiro. A medida foi divulgada pelo Ministério do Comércio da China.
Segundo o porta-voz He Yadong, o país também pretende aperfeiçoar a gestão da chamada “lista negativa” para o comércio transfronteiriço de serviços e criar zonas nacionais de demonstração voltadas à inovação nesse segmento.
No campo do consumo, o governo planeja incentivar novos modelos e cenários, além de fortalecer serviços voltados ao cotidiano, como hospedagem, alimentação e serviços domésticos, com foco em qualidade e diversidade.
O setor de comércio atacadista e varejista também receberá atenção, com medidas para otimizar a estrutura de mercados de commodities, diversificar modelos de negócios e impulsionar centros de distribuição de produtos agrícolas.
O setor de serviços é um dos pilares da economia chinesa, tendo ultrapassado 80 trilhões de yuans em valor agregado em 2025, o equivalente a 57,7% do PIB. Dentro do 15º Plano Quinquenal da China, o país busca elevar a qualidade, eficiência e competitividade do setor, com impacto direto na geração de empregos e no atendimento às demandas da população.

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