O estado de São Paulo está avaliando a possibilidade de adiar a segunda aplicação da CoronaVac e inocular a primeira dose em mais pessoas. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a hipótese está sendo discutida no Centro de Contingência do Coronavírus e ainda não passou pelo Instituto Butantan, produtor da vacina no Brasil.
A ampliação da inoculação da primeira dose depende da eficácia do imunizante. Se o fármaco desenvolvido pela chinesa Sinovac tiver uma cobertura considerada muito boa na primeira aplicação, seria possível vacinar mais pessoas e adiar o reforço o máximo possível.
Essa medida daria mais tempo para produzir a CoronaVac e poderia amenizar um problema já visto na Europa, a falta do produto.
O governo paulista anunciará a eficácia da vacina e pedirá o registro à Agência Nacional de Vigilância Sanitária nesta quinta-feira.
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