A corrida global pela inteligência artificial ganhou mais um capítulo nesta terça-feira (30), quando Zhang Peng, CEO da Zhipu AI, afirmou que a chamada superinteligência artificial (ASI) pode se tornar realidade até 2030, mas dificilmente superará os seres humanos em todas as frentes.
Para o executivo, é possível que, até o fim da década, sistemas avancem além da capacidade humana em tarefas específicas, embora ainda apresentem limitações significativas em muitos outros campos.
A declaração veio durante o lançamento do GLM-4.6, a mais recente versão do modelo de linguagem da startup chinesa, que promete avanços em programação, raciocínio lógico, escrita e aplicações em agentes autônomos. Criada em 2019 como um desdobramento da Universidade de Tsinghua, a Zhipu AI tem se consolidado como uma das líderes do setor na China. Em abril, a companhia protocolou documentos para abrir capital no mercado doméstico, e em junho foi destacada pela OpenAI como uma das concorrentes em ascensão, vista por analistas como peça-chave da estratégia chinesa de projetar sua tecnologia de IA para além das fronteiras.

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