O comércio entre a China e os países de língua portuguesa (PLPs) totalizou US$ 205,2 bilhões entre janeiro e novembro de 2025, uma queda de 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Administração Geral das Alfândegas da China. As importações chinesas provenientes dos PLPs somaram US$ 124,7 bilhões, recuo de 4,0%, enquanto as exportações da China para esses países alcançaram US$ 80,5 bilhões, alta de 2,2%.
Em novembro, o intercâmbio comercial apresentou desempenho positivo. As trocas entre a China e os PLPs atingiram US$ 20,4 bilhões, crescimento anual de 16,7%. As importações chinesas chegaram a US$ 12,5 bilhões, avanço de 16,4%, e as exportações somaram US$ 7,9 bilhões, alta de 17,2% na comparação anual.
Nos 11 primeiros meses de 2025, o Brasil manteve-se como o maior parceiro comercial lusófono da China, com um volume de US$ 170,8 bilhões, apesar de uma retração de 2,3%. Desse total, a China importou US$ 105,4 bilhões do Brasil e exportou US$ 65,4 bilhões ao país.
Angola ocupou a segunda posição, com comércio bilateral de US$ 18,8 bilhões, queda de 1,6%. Portugal ficou em terceiro lugar, com US$ 9,3 bilhões em trocas comerciais, crescimento de 9,9%. Já o comércio entre a China e Moçambique somou US$ 4,9 bilhões, alta anual de 3,0%, segundo os dados oficiais.

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