Febre do ciclismo ressurge na China

Mais de 100 milhões de pessoas andam regularmente de bicicleta no país

Visitantes analisam opções durante a 30ª Feira Internacional de Bicicletas da China em Shanghai, no leste da China, em 5 de maio de 2021. (Xinhua/Li He)

Créditos: Xinhua/Li He

Mais de 100 milhões de pessoas na China andam regularmente de bicicleta ou usam bicicletas como meio de transporte atualmente, de acordo com a Associação de Bicicletas da China.

Nos últimos anos, a popularização da ideia de vida saudável trouxe a febre do ciclismo de volta ao país, com melhoria de infraestrutura para este “tráfego lento”.

Há três anos, a abertura de uma estrada somente para bicicletas em Pequim atraiu muita atenção. A via de 6,5 km de extensão não tem semáforos e tem quatro pistas em ambas as direções. Os residentes locais a chamavam de “via expressa para bicicletas”. Até 2021, seu tráfego médio diário era de 4 mil a 6 mil viagens.

Desde 2020, tendo como referência cidades europeias como Copenhague e Londres, Pequim tem estado na vanguarda do país na promoção do sistema de tráfego lento nos últimos anos. De acordo com os dados de uma pesquisa, em 2021, a proporção de viagens de tráfego lento nas áreas urbanas centrais da cidade atingiu 47,8%, um aumento de 6,9% em relação a 2017. E o número anual de passeios em bicicletas compartilhadas na cidade também aumentou de 50 milhões de viagens em 2017 para 950 milhões em 2021.

Além de Pequim, as ciclovias em Taiyuan, Wuhan e Fuzhou, oferecem boas condições para os ciclistas. Alguns especialistas acreditam que a melhoria da infraestrutura para bicicletas em todo o país é uma das razões pelas quais o ciclismo voltou a ganhar popularidade.

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