Embaixador chinês pede reforço da cooperação com Brasil sob Cinturão e Rota

Yang Wanming participou do 4º Seminário Brasil-China, organizado por núcleo de estudos da FGV

O Brasil, como a maior economia da América Latina, tem uma base sólida e grande potencial de cooperação com a China e, portanto, tem todos os motivos para ser um importante participante na Iniciativa do Cinturão e Rota, disse o embaixador Yang Wanming, na segunda-feira.

Políticos, líderes empresariais e diplomatas de ambos os países participaram de forma virtual do 4º Seminário Brasil-China sobre o tema “Cinturão e Rota & Brasil: Regras e Coordenação de Políticas”, organizado pelo Núcleo de Estudos Brasil-China da Fundação Getulio Vargas Direito Rio, que tem como objetivo discutir uma ampla gama de temas sobre as relações sino-brasileiras, como a tecnologia 5G e novos investimentos e financiamentos no âmbito da Iniciativa do Cinturão e Rota.

Durante o início do seminário, Yang salientou que a China não só forneceu vacinas contra Covid-19, mas também ajudou o Brasil a se tornar o primeiro país latino-americano a produzir os imunizantes. “Ao fazer bom uso dos mecanismos do diálogo bilateral, podemos fortalecer a cooperação para a recuperação econômica em setores essenciais, tais como infraestrutura, energia e mineração, agricultura, comércio e ciência e tecnologia”, assinalou Yang.

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, apontou que sua cidade quer ser a capital brasileira e sul-americana da Iniciativa do Cinturão e Rota, enquanto destacava a complementaridade entre a iniciativa chinesa e as necessidades da segunda maior cidade do Brasil.

Tanto a Iniciativa do Cinturão e Rota quanto o Rio de Janeiro têm uma agenda de inovação, sustentabilidade e preocupação com o meio ambiente, ressaltou Paes, acrescentando que há muitas oportunidades em infraestrutura, novas energias e tecnologia.

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