Na ONU, premiê chinês critica tarifas, protecionismo e unilateralismo

Li Qiang defende que todas as nações sejam tratadas de forma igualitária

Na tribuna da Assembleia-Geral da ONU na última semana, o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, disse que a humanidade se encontra em uma encruzilhada, marcada pela ascensão do unilateralismo e do protecionismo, que ameaçam décadas de esforços na construção de uma ordem internacional baseada na cooperação.

Em seu discurso, ele defendeu que todas as nações, grandes ou pequenas, devem ser tratadas de forma igualitária e destacou o compromisso da China em ser uma defensora firme da paz e da segurança globais. Li lembrou ainda o papel de Beijing como o maior contribuinte de tropas entre os membros permanentes do Conselho de Segurança e um dos maiores financiadores das operações de manutenção da paz.

Ao abordar os desafios econômicos, Li apontou que o crescimento global tem sido prejudicado pelo aumento de tarifas e por barreiras comerciais, enquanto a China se mantém como um dos principais motores da economia mundial, responsável por cerca de 30% da expansão global nos últimos anos.

Veja o discurso:

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