A China apoia firmemente o Brasil na tarefa de defender sua soberania e dignidade nacional e se opõe à interferência externa sem razões nos assuntos domésticos do país, afirmou o chanceler chinês, Wang Yi.
O membro do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh) conversou nesta semana com Celso Amorim, assessor de política externa do presidente Lula e ex-chanceler.
“A China apoia firmemente o Brasil na defesa de seus direitos e interesses de desenvolvimento, bem como na resistência à imposição coercitiva de medidas tarifárias”, disse o ministro chinês após a conversa.
E seguiu: “A China está disposta a trabalhar com o Brasil para aprofundar a cooperação bilateral e compensar de forma eficaz diversas incertezas externas com a estabilidade e a complementaridade da cooperação entre os dois países”.
A renovação da manifestação de apoio ocorre em um contexto no qual o Brasil passou a ter mais representantes em Beijing, entre eles um inédito adido de Defesa, e também no qual a China autorizou mais de 180 novas empresas de café brasileiras a exportarem ao gigante asiático.
Os laços entre os dois parceiros comerciais aumentam no mesmo contexto da guerra tarifária imposta pelo governo de Donald Trump nos Estados Unidos.

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