A China anunciou nesta semana a conclusão de todas as metas educacionais previstas no 14º Plano Quinquenal (2021-2025).
Segundo o ministro da Educação, Huai Jinpeng, o país formou 55 milhões de profissionais de nível superior no período e garantiu que mais de 70% da mão de obra qualificada inserida em setores industriais modernos viesse do ensino técnico e profissionalizante.
Universidades chinesas também conquistaram a maioria dos prêmios nacionais de ciência e tecnologia, com avanços expressivos em áreas como inteligência artificial, ciências da vida, materiais e exploração espacial.
O ensino superior chinês alcançou a chamada fase de universalização, com taxa bruta de matrícula superior a 60% e mais de 13 milhões de candidatos no último Gaokao, o exame nacional de admissão. O setor de tecnologia é um dos que mais se beneficia dessa transformação: a demanda por engenheiros de inteligência artificial cresceu 25% no terceiro trimestre, com salários médios acima de 21 mil yuans mensais, chegando a quase 27 mil para especialistas em robótica.

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