O produto interno bruto (PIB) da China cresceu 4,5% no terceiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior, acima dos 4,3% registrados no segundo trimestre, segundo dados do Departamento Nacional de Estatísticas divulgados nesta segunda-feira (19). De janeiro a setembro, a alta foi de 4,6%, ritmo que o órgão considera compatível com a meta anual de crescimento.
A segunda maior economia do mundo gerou cerca de 107,11 trilhões de yuans (US$ 15,94 trilhões) no período. Segundo o vice-diretor do departamento, Mao Shengyong, o acréscimo de 5,7 trilhões de yuans foi o maior para os nove primeiros meses do ano em cinco anos. Os chamados novos motores de crescimento responderam por mais de 40% da expansão, com a manufatura de alta tecnologia em alta de 14% e a produção de robôs industriais, de 29%.
O comércio exterior de bens subiu 19% no acumulado do ano, para 39,94 trilhões de yuans, e 27,5% apenas em setembro. No mesmo mês, a produção industrial cresceu 5,5% e as vendas no varejo, 1,1%. Mao afirmou que o país vai reforçar as medidas para ampliar a demanda interna, apoiado em um pacote recente de estímulos fiscais e financeiros.







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