A empresa chinesa de inteligência artificial DeepSeek revelou nesta semana que gastou cerca de US$ 294 mil para treinar seu modelo R1, valor muito abaixo das cifras divulgadas por concorrentes americanos.
A estimativa foi publicada em um artigo revisado por pares na revista científica Nature, marcando a primeira vez que a companhia detalha os custos de desenvolvimento de sua tecnologia.
A revelação reacende o debate sobre o papel de Pequim na corrida global pela IA, especialmente após o impacto inicial do lançamento dos modelos da empresa em janeiro, que abalou os mercados de tecnologia.

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