Autoridades chinesas confirmaram nesta segunda-feira (15) a autenticidade de uma inscrição em pedra da Dinastia Qin (221 a.C.–206 a.C.) localizada no planalto Qinghai-Tibete, a 4.306 metros de altitude, sendo o único exemplar conhecido desse período ainda preservado em seu local original.
A peça, descoberta em 2020 pelo professor Hou Guangliang, da Universidade de Qinghai, contém 37 caracteres gravados em uma superfície de 0,16 m² e representa uma importante evidência da presença humana na região já naquela época.
Segundo especialistas, o texto faz referência ao imperador Qinshihuang, que unificou a China e teria enviado alquimistas em busca do “elixir da vida”, fazendo uma parada no Lago Gyaring, fonte do Rio Amarelo. Embora inicialmente tenha havido dúvidas sobre a autenticidade da inscrição, análises detalhadas conduzidas pela Administração Nacional do Patrimônio Cultural descartaram a possibilidade de falsificação moderna.

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