Por que a China decidiu manter a dinâmica zero-Covid-19?

País asiático aumentou restrições, após nova onda casos na parte continental

Créditos: Chu Yan/Xinhua

“À luz do recente surto da Covid-19 em todo o país, a política da China para alcançar zero infeção das cadeias de transmissão deve continuar junto com os preparativos para estratégias mais sustentáveis contra a variante Ômicron”, disse o diretor do Centro Nacional de Doenças Infeciosas da China, Zhang Wenhong, na segunda-feira, ao observar que demorou apenas 11 dias para os números diários de infeções na parte continental subir de 119 para 3.122 desde o início de março.

O mais recente ressurgimento de infecções por nas principais cidades chinesas destacou mais uma vez por que é importante que a China siga sua dinâmica de zero Covid. “Para um país tão populoso quanto a China, o relaxamento apressado e prematuro da dinâmica coloca em risco as conquistas de prevenção e controle do estágio anterior, e também pode resultar em graves consequências no futuro próximo”, diz uma análise publicada pela agência de notícias Xinhua.

Somente aderindo a uma política de contenção tão eficaz, a China poderá enfrentar a situação imediatamente após a detecção de casos, evitando infecções em massa, doenças graves e mortes e evitando sobrecarregar os recursos médicos para melhor atender às necessidades médicas diárias das pessoas, diz o texto.

A dinâmica ainda mostrou que é possível manter a vitalidade econômica do país, mesmo com as medidas O país teve uma forte recuperação com crescimento de 8,1% em 2021 e se tornou a única grande economia a registrar crescimento em 2020.

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