Pesquisa comprova eficácia de restrições de mobilidade humana no controle de COVID-19

Modelo indica que se cidade restringe 60% da mobilidade, pode alcançar mais de 90% da redução de número máximo de casos

Uma pesquisa chinesa publicada no The Lancet Digital Health confirma a eficácia das restrições de mobilidade humana no controle da disseminação do novo coronavírus.

Estudiosos da Universidade de Shenzhen, localizada no sul da China, desenvolveram um modelo desenvolveram um modelo para quantificar os efeitos potenciais desta medida, ao ser aplicado na cidade de Shenzhen.

Os autores descobriram que apenas 20% de restrição de mobilidade podem ajudar a nivelar o número de casos de pico em 33% e retardar o número de casos de pico em duas semanas. Com 40% de restrição de mobilidade, o número máximo de casos pode ser reduzido em 66% com um atraso de quatro semanas, enquanto 60% de restrição de mobilidade podem alcançar mais de 90% de redução no número máximo de casos e 14 semanas de atraso.

A aplicação deste modelo pode ajudar as autoridades da cidade a tomar decisões sobre a política ideal de controle da COVID-19. Além disso, ao equilibrar os potenciais danos infligidos pela doença com os custos socioeconômicos, a sociedade pode se beneficiar ao máximo.

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