Livro-branco chinês fala sobre os direitos humanos nos 40 anos de reforma e abertura

O documento relata os progressos que a China fez na área dos direitos humanos nas últimas quatro décadas e como a reforma e abertura ajudou nisso

A China publicou um livro branco sobre os progressos que obteve na área de direitos humanos desde o início da reforma e abertura. Com o título “Progressos nos Direitos Humanos durante os 40 Anos de Reforma o Abertura na China”, o livro assinala que a reforma e abertura ajudou a libertar e desenvolver as forças produtivas da sociedade chinesa, abriu o caminho do socialismo com particularidades chinesas e marcou o início de um novo capítulo no desenvolvimento dos direitos humanos.

Segundo o livro, durante os últimos 40 anos, o povo chinês trabalhou duro sob a liderança forte e coerente do Partido Comunista da China (PCCh), fazendo com que grandes mudanças acontecessem e os padrões de vida melhorassem significativamente. O PCCh sempre priorizou os interesses do povo, assegurando que a reforma fosse realizada pelo povo e para o povo e que seus benefícios fossem compartilhados por toda a população, afirma o texto.

A China respeita, protege e promove os direitos humanos ao longo da reforma e abertura e toma um caminho de desenvolvimento dessa área de acordo com as condições nacionais, tendo criado novas experiências e feito novos avanços na proteção dos direitos humanos. O documento também fala que a China resumiu sua experiência histórica, baseada nas conquistas da civilização humana, combinando os princípios universais dos direitos humanos com as realidades do país e gerou uma série de ideias inovadoras sobre o assunto.

A China formou os seus direitos básicos centrando-os no povo, dando prioridade aos direitos de subsistência e desenvolvimento e se propondo a seguir um caminho de desenvolvimento abrangente e coordenado dos direitos humanos sob o estado de direito. O livro-branco ainda enfatiza que o país realizou intercâmbios e cooperações no campo dos direitos humanos, tendo cumprido seriamente suas obrigações internacionais nessa área.

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