Indústria editorial chinesa cresce nos últimos 40 anos

Apenas em 2017 foram publicadas cerca de 500 mil variedades de livros no país

A China registrou um rápido crescimento na sua indústria editorial durante as últimas quatro décadas, com um número de editoras aumentou de 105 para mais de 580, de acordo com dados da Administração Estatal de Imprensa e Publicação. Em 2017, cerca de 500 mil variedades de livros foram publicadas, em comparação com as 15 mil em 1978. Ao todo, foram impressas 9,24 bilhões de cópias, gerando um volume de vendas no valor de 370,4 bilhões de yuans (US$ 53,5 bilhões).

Desde a reforma e abertura, a indústria editorial da China se desenvolveu em áreas como administração, propriedade, fornecimento de produtos e serviços culturais e integração com outros setores, afirmou Liu Xiaokai, um funcionário da administração, durante um evento sobre o desenvolvimento da indústria editorial. Ele ainda assinalou que as livrarias tradicionais na China tomaram o caminho de desenvolvimento integrado e transformação e modernização, graças às políticas favoráveis introduzidas nos últimos anos.

Ai Limin, diretor-geral da Associação de Distribuição de Livros e Jornais da China, assinalou que a promoção da integração do mercado digital e o tradicional se tornou uma tendência principal para as livrarias. Ao mesmo tempo, os múltiplos modelos editoriais, que incluem a publicação impressa tradicional e as emergentes publicações eletrônicas, digitais, de internet e de big data, mudaram a forma de ler.

O diretor-geral da Associação de Editoras da China, Liu Binjie, sugeriu que a indústria editorial adote tecnologias avançadas para fomentar novos modos de leitura. Li Guoqing, fundador da dangdang.com, uma plataforma de comércio eletrônico da China, prometeu que irá se esforçar em áreas de conteúdo original online, livros eletrônicos, vídeos e livros de áudio durante os próximos três anos.

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