China tem novo patrimônio listado pela UNESCO

As Ruínas Arqueológicas da Cidade de Liangzhu são o 55º patrimônio chinês na relação

As Ruínas Arqueológicas da Cidade de Liangzhu, na China, foram incluídas neste sábado na lista de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, elevando para 55 o número total de patrimônios chineses na relação.

A decisão de adicionar o local cultural chinês, localizado na cidade de Hangzhou, no leste da China, à Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) foi apoiada pelos membros do Comitê do Patrimônio Mundial em sua 43ª sessão na capital do Azerbaijão, Baku.

“Estamos orgulhosos que depois de 25 anos de preparação, nossos esforços finalmente levaram à inscrição bem-sucedida desta propriedade excepcionalmente importante, que é o testemunho mais concreto de 5.000 anos da civilização chinesa”, disse Shen Yang, embaixador e representante permanente da China na UNESCO.

“Estamos cientes de que a inscrição também implica uma enorme responsabilidade de conservar essa herança da humanidade”, acrescentou.

Localizada em uma planície cortada por redes fluviais na Bacia do Rio Yangtze, a propriedade batizada de Ruínas Arqueológicas da cidade de Liangzhu inclui os restos arqueológicos da cidade de Liangzhu (3.300 a 2.300 a.C.), que já foi o centro do poder e da crença de um estado regional inicial nas margens inferiores do rio Yangtze, no final da China Neolítica.

A propriedade comprova a existência de um estado regional com um sistema de crenças unificado e apoiado economicamente pelo cultivo de arroz no final do período neolítico da China, há mais de 5 mil anos. Também representa uma antiga civilização urbana com funções e estruturas complexas.

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