China se opõe a qualquer incitação à guerra, diz porta-voz sobre questão na Ucrânia

“Culpado das tensões deve agora considerar como apagar o fogo”, afirmou Hua Chunying

A China se opõe a qualquer ato de incitação à guerra e adotou uma atitude responsável desde o início para persuadir todas as partes a não aumentar as tensões, disse a porta-voz Hua Chunying, do Ministério das Relações Exteriores, em resposta a perguntas sobre a questão da Ucrânia nesta quinta-feira.

Hua ainda observou que os Estados Unidos enviaram pelo menos 1,5 bilhão de dólares em mais de 1.000 toneladas de armas e munições para a Ucrânia. “Naquela época, se todas as partes tivessem promovido conversações de paz, revisto o contexto histórico da questão da Ucrânia, respeitado e acomodado as preocupações de segurança umas das outras e resolvido de maneira razoável e adequada para um pouso suave da situação, o que estaria acontecendo agora?” perguntou.

O culpado das tensões deve agora considerar como apagar o fogo o mais rápido possível com ações concretas, em vez de culpar os outros, disse ela.

Comentários

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  • Rogério disse:

    Os EUA e seus aliados da Otan sempre armando seu joguinho sujo para dividir os povos. A Otan quer fazer base militar na Ucrânia e Rússia tem o direito de se proteger de qualquer ameaça. Donetsk e Luckast são território independente com vários cidadãos russos e estava sendo atacado pelo exército da Ucrânia então a Rússia reconheceu sua soberania assim como deveria fazer a China pois logo mais também vão querer promover isso em Tawan território da China constantemente usado pelos EUA para promover guerra híbrida.
    Não dá para ser neutro a Otan é organização de promoção a guerra aos interesse estadunidense.
    Vejam o que os EUA fizeram no oriente médio destruíram a Líbia, o Iraque e o Afeganistão ficou entregue a grupo terrorista.

  • Jose Carlos da Silva disse:

    Muitos desses que hoje culpa a Rússia por defender seu país da expansão da Otan ao redor do seu território se omitiram quando os EUA destruíram muitos países nos últimos anos no Oriente médio