China mantém políticas preferenciais para admissão na universidade

Tais medidas são voltadas para os estudantes pobres e de áreas rurais como uma forma de democratizar o acesso à educação superior no país

Os estudantes pobres e das zonas rurais da China continuarão a desfrutar das políticas preferenciais de admissão universitária em 2020, de acordo com uma circular emitida pelo Ministério da Educação do país. O documento diz que a China realizará planos especiais de matrícula para permitir que mais estudantes pobres e de áreas rurais frequentem as principais faculdades do país e que será realizada uma revisão mais rigorosa das qualificações dos candidatos.

Com uma grande disparidade nos padrões de ensino das diferentes regiões do país, os estudantes que fazem o ensino médio nas áreas subdesenvolvidas têm menos oportunidades de ingressar nas universidades. Segundo a circular, essas medidas fazem parte de um esforço para promover a igualdade de acesso ao ensino superior e as autoridades locais devem melhorar ainda mais as suas políticas, para permitir que filhos de trabalhadores migrantes qualificados façam o vestibular nas cidades em que eles moram.

Serão tomadas medidas enérgicas contra irregularidades tais como os “migrantes gaokao”, que se referem aos estudantes que se inscrevem para fazer o exame em uma província onde a inscrição na universidade é mais fácil, ressaltou a circular.

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