Chefe da ONU reassegura política de Uma Só China à medida que visita de Pelosi a Taiwan cria tensão

António Guterres fez declarações durante relatório do Grupo de Resposta a Crises Globais sobre a crise da Ucrânia

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fala no lançamento do terceiro relatório de seu Grupo Global de Resposta a Crises sobre Alimentos, Energia e Finanças sobre o conflito na Ucrânia na sede da ONU em Nova York, no dia 3 de agosto de 2022. Guterres pediu na quarta-feira a tributação dos lucros inesperados das empresas de petróleo e gás para aliviar o impacto da crise energética sobre as pessoas mais vulneráveis. (Xinhua/Xie E)

Créditos: Xinhua/Xie E

O secretário-geral da ONU, António Guterres, reassegurou a política de Uma Só China de sua organização mundial, já que a visita a Taiwan da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, criou tensões.

Ele esclareceu a posição em uma coletiva de imprensa, na quarta-feira, para o lançamento de um relatório de seu Grupo de Resposta a Crises Globais sobre a crise da Ucrânia.

“Nossa posição é muito clara. Cumprimos as resoluções da Assembleia Geral pela política de Uma Só China e essa é a orientação que temos em tudo o que fazemos”, garantiu Guterres.

A Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 2758 em 1971, que decide restaurar os direitos legais da República Popular da China (RPC) nas Nações Unidas e reconhecer os representantes do governo da RPC como os únicos representantes legítimos da China nas Nações Unidas.

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