Brasil adota geração distribuída de energia solar com apoio de empresas chinesas

Energia solar deve se tornar segunda fonte energética brasileira em 2023

Créditos: Xinhua/Zhou Mu

A energia solar fotovoltaica tem registrado um crescimento acelerado no Brasil nos últimos cinco anos, em especial devido ao desenvolvimento do mercado de energia distribuída, com uma forte presença de empresas chinesas oferecendo equipamentos, tecnologia e soluções.

A geração distribuída é aquela que as famílias podem colocar no telhado de suas casas, diferente da geração centralizada, que implica em projetos mais complexos e de maior investimento.

Entre suas vantagens está sua natureza renovável, que ajudará o Brasil a manter o equilíbrio ambiental em sua matriz energética, levando em conta que mais de 80% da matriz elétrica brasileira é limpa.

Em termos de capacidade instalada, a fonte solar — somando a centralizada e a distribuída — é a terceira na produção de energia elétrica no pais, com 8,4%, atrás da hidrelétrica e da eólica.

A previsão é que no final de 2023, a energia solar supere a eólica, passando a ser a segunda fonte energética brasileira.

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