Autor: Administrador

Museu do Palácio abre visita noturna pela primeira vez

fevereiro 20, 2019 12:10 pm Published by Leave your thoughts

O Museu do Palácio, também conhecido como Cidade Proibida, estendeu o seu horário de abertura para o período da noite pela primeira vez na história nos dias 19 e 20 de fevereiro, para a celebração do Festival das Lanternas deste ano. Algumas das pinturas mais famosas do mundo estão expostas durante o período de festividades, pelo que afirmou Shan Jixiang, curador do museu.

De acordo com o site do museu, não tardou muito para que os ingressos esgotassem. A Cidade Proibida foi decorada com grandes lanternas reais para as comemorações do Ano Novo Chinês, mostrando como a corte real celebrava esse feriado há cerca de 200 anos. A exibição preparada para o ano novo conta com 885 relíquias e terminará no dia 7 de abril.


Cidade que receberá Olimpíadas de Inverno tem melhora na qualidade do ar

fevereiro 20, 2019 11:00 am Published by Leave your thoughts

A cidade de Zhangjiakou, uma das sedes das Olimpíadas de Inverno de 2022, está apresentando uma melhora contínua na sua qualidade do ar, tendo ficado em primeiro lugar neste quesito em 2018 em toda província de Hebei, de acordo com o Departamento de Ambiente Ecológico da província. Localizada a cerca de 200 km a noroeste de Pequim, a cidade receberá competições de snowboarding, esqui estilo livre, esqui cross-country, salto de esqui, combinado nórdico e biatlo durante os Jogos de 2022.

Um relatório do governo mostra que o índice da qualidade do ar médio da cidade atingiu 4,11 em 2018, com uma queda de 0,07 em relação ao ano anterior. A concentração média de PM 2,5 (partículas muito finas suspensas no ar) caiu para 29 µg/m³, 2 µg a menos que em 2017. Esse foi o 5° ano consecutivo que Zhangjiakou foi a cidade com melhor qualidade do ar na região Pequim-Tianjin-Hebei.

Zhangjiakou será transformada numa área de conservação de água e de apoio para o meio-ambiente Pequim. Apenas no ano passado, foram plantadas árvores em uma área total de 400 mil ha da cidade, um número sem precedentes que correspondeu a três quintos do incremento total na província de Hebei. Uma série de outras medidas foram tomadas para melhorar o ambiente geral na cidade, sendo que 105 minas foram fechadas e 4.518 ônibus de nova energia foram colocados em circulação.


Por que a China defende a iniciativa “Cinturão e Rota”?

fevereiro 19, 2019 9:00 am Published by Leave your thoughts

Nos últimos cinco anos, as realizações alcançadas na construção da Cinturão e Rota superaram as expectativas, e a iniciativa tornou-se um tema recorrente na comunidade internacional.

Esse grande projeto foi proposto pela China, mas as oportunidades e realizações são compartilhadas pelo mundo todo. Dentro do cenário atual de protecionismo comercial, unilateralismo, isolacionismo e outras tendências virulentas, a economia global aberta e o sistema de comércio multilateral têm sofrido tremendamente. O esforço da China em promover o empreendimento do Cinturão e Rota reflete o envolvimento do país com seus compromissos internacionais, na condição de país responsável, destacando sua importância no mundo e os valores do nosso tempo.

Em primeiro lugar, o crescimento da economia mundial entrou na era da “nova mediocridade”, mas a iniciativa “Cinturão e Rota” pode inaugurar uma nova rodada de produtividade energizada para a região da Afro-Eurásia e para avançar no desenvolvimento econômico global. O termo “nova mediocridade” foi proposto por Christine Lagarde, chefe do Fundo Monetário Internacional, para descrever o estado atual da economia mundial e das perspectivas de desenvolvimento para os anos futuros. No momento, a recuperação da economia mundial continua sendo lenta e desigual, o crescimento econômico global carece de impulso, e o novo ciclo de revolução tecnológica e industrial ainda está em estágio embrionário. Não há um progresso substancial em inovações cruciais de tecnologia e modelos de negócios. A curto prazo, parece difícil que surja um novo ponto forte de crescimento econômico.

A globalização econômica e a tendência à sua reversão coexistem simultaneamente: a fim de promover a recuperação econômica, muitos países recorrem ao protecionismo comercial, aumentando os atritos comerciais. A rodada anterior de globalização econômica fracassou em alcançar um desenvolvimento geral, equilibrado e inclusivo, e em vez disso, ampliou a distância entre ricos e pobres e provocou mudanças na estrutura de classes.

Muitos países ao longo da iniciativa “Cinturão e Rota”, que vêm sendo ignorados e negligenciados há muitos anos por países desenvolvidos e empresas multinacionais, encaram a iniciativa como uma oportunidade histórica de se livrarem da pobreza e alcançarem desenvolvimento. Conforme os projetos de infraestrutura e os investimentos industriais da China se espalham por esses países em desenvolvimento, eles e seus respectivos povos colhem os benefícios. A iniciativa ajuda a conseguir integração e desenvolvimento comum na Europa, na Ásia e na África, e a promover a modernização da infraestrutura mundial para construir as bases de uma economia global sustentável.

Em segundo lugar, do ponto de vista dos mecanismos internacionais, há um sério déficit de governança global. A inciativa “Cinturão e Rota” é a solução viável proposta pela China para melhorar a governança global. No momento, a reversão da globalização econômica, a fragmentação da cooperação regional, a mudança climática, a migração, o terrorismo e outras questões espinhosas da governança global estão se tornando cada vez mais terríveis. Os problemas internos de alguns países estão indo além de suas fronteiras, e os mecanismos internacionais existentes estão tendo dificuldades para se adaptar.

Defrontado com esses pontos fracos, a reforma do sistema internacional vacila e tropeça. O G20 tem desempenhado um papel importante na superação da crise internacional, mas acaba sendo principalmente um arranjo conveniente para lidar com a crise. Até agora não há um plano claro para que o G20 seja integrado aos mecanismos internacionais existentes de modo a aumentar sua eficácia. Hoje é preciso tratar de questões de governança globais e regionais, como os mecanismos internacionais de capital, os mecanismos regulatórios para instrumentos financeiros derivados, assim como os desafios para um consenso quanto às regras comerciais multilaterais.

Por meio da iniciativa “Cinturão e Rota”, a China está promovendo ativamente uma nova globalização, e oferece uma versão moderna da globalização para a região Ásia-Pacífico, assim como para o resto do mundo. O país tornou-se o defensor do livre-comércio e das regras internacionais. Como segunda maior economia do mundo, principal exportador de bens industriais e maior parceiro comercial de mais de 120 países, a China tem dado novo impulso à globalização e à governança global por meio da iniciativa “Cinturão e Rota”.

Em terceiro lugar, do ponto de vista dos países envolvidos, a iniciativa “Cinturão e Rota” ajuda a promover em desenvolvimento coordenado entre diferentes regiões e países. Ao contrário das tradicionais zonas de livre comércio e dos acordos alfandegários, a iniciativa é aberta e inclusiva. Ela põe foco em conseguir integração com os mecanismos internacionais existentes e com as estratégias de desenvolvimento nacionais. Ela não impõe pré-condições, não persegue arranjos institucionais unilaterais, nem busca satisfazer os próprios interesses à custa dos interesses das demais partes. A iniciativa “Cinturão e Rota” enfatiza a diversidade e a complementaridade dos países que entram em cooperação, e assegura a satisfação e participação de todos os envolvidos.

Em nível internacional, o Programa de Desenvolvimento da ONU, Organização de Desenvolvimento Industrial, seu Programa de Assentamentos Humanos, a Organização Internacional da Aviação Civil, a Organização Marítima Internacional, a Organização Mundial da Saúde e outros organismos, todos buscam entrar em acordo com a Iniciativa. A Assembleia Geral das Nações Unidas e o Conselho de Segurança incluíram a Cinturão e Rota em importantes resoluções e programas de desenvolvimento.

Em nível regional, a Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, a União Econômica Eurasiana, a Organização de Cooperação de Xangai, a Associação das Nações do Sudeste Asiático e a União Europeia ofereceram todas elas sua interconectividade e seus planos de investimento à iniciativa.

Em nível nacional, muitos países, como Cazaquistão, Mongólia, Vietnã, Indonésia e Turquia, têm começado a ligar seus planos nacionais de desenvolvimento à Cinturão e Rota. Sob essa iniciativa, todos os países participantes são iguais, e os resultados de sua cooperação buscam beneficiar todos os envolvidos. O foco está na construção de laços econômicos de cooperação entre regiões, países e campos diferentes, promovendo o desenvolvimento por meio de cooperação, assim como benefícios mútuos por meio da comunicação.

As práticas dos últimos cinco anos mostram que a iniciativa “Cinturão e Rota” não é uma “estratégia geopolítica” – uma acusação frequente por parte de alguns think tanks ocidentais – e não está buscando expandir a “esfera de influência” chinesa, nem exportar o “modelo chinês”. Com sua própria experiência e prática, a China promove ativamente o desenvolvimento da economia mundial numa direção mais sustentável.


Local de pouso da Chang’e-4 é batizado de “Statio Tianhe”

fevereiro 18, 2019 4:30 pm Published by Leave your thoughts

O local em que a sonda chinesa Chang’e-4 pousou no lado oculto da Lua, no início do ano, foi batizado de “Statio Tianhe”, de acordo com Liu Jizhong, diretor do Centro de Exploração Lunar e de Engenharia Espacial da China, ligado a Administração Nacional Aeroespacial da China (CNSA, em inglês). Ele ainda revelou que o nome do local, junto com os nomes de outras três crateras e uma montanha nas proximidades, foi aprovado pela União Astronômica Internacional (IAU, em inglês).

“Tianhe” é a palavra chinesa para “Via Láctea”, e “Statio” significa “base” em latim. As três crateras foram batizadas de “Zhinyu”, “Hegu” e “Tianjin”, que são três das 28 constelações da astrologia tradicional chinesa. A montanha, por sua vez, foi denominada como Mons Tai, assim como a Montanha Tai, uma montanha na China que tem grande importância histórica e cultural.


Pequim anuncia plano de transformação de complexo industrial abandonado

fevereiro 18, 2019 3:00 pm Published by Leave your thoughts

O governo da cidade de Pequim divulgou um plano para transformar um complexo industrial abandonado, que fica no subúrbio oeste do município, em um marco da cidade até o ano de 2035. Esse projeto faz parte dos preparativos para os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022. A comissão municipal de desenvolvimento e reforma afirmou que a área nova, que é baseada no Parque de Shougang, abriga um espaço de 22,3 km².

“Construindo com base nas instalações existentes, vamos criar uma comunidade distinta composta por museus, incubadores industriais e instalações de lazer”, disse Hong Jiyuan, diretor adjunto da comissão. As instalações esportivas, que incluem um centro de esqui e um centro de treinamento, estão em construção no parque para as Olimpíadas de Inverno. De acordo com o plano, as instalações serão utilizadas para hospedar eventos e exposições internacionais depois dos Jogos. Pequim também está construindo mais lagos, parques florestais e paisagens lacustres na área para criar um espaço de demonstração ecologicamente amigável.

O Grupo Shougang irá cooperar com empresas chinesas e estrangeiras para rejuvenescer a antiga área industrial, pelo que afirmou Wang Shizhong, gerente geral adjunto da companhia. Ele ainda disse que a primeira rede 5G de Pequim e um parque industrial de inteligência artificial também serão estabelecidos ali.


Cientistas chineses criam “janela” que filtra poluição do ar

fevereiro 18, 2019 1:30 pm Published by Leave your thoughts

Um novo tipo de tela de janela inteligente foi criado por cientistas chineses para filtrar a poluição do ar. O material utilizado foi desenvolvido por uma equipe de pesquisa liderada por Yu Shuhong, professor da Universidade de Ciência e Tecnologia da China, e o estudo foi publicado pela revista iScience.

Feito com nanofio-náilon, o material usado na tela é capaz de capturar as partículas PM 2,5 que são transportadas pelo ar com uma eficiência de remoção de até 99,65%. A densidade do poluente no ar pode ir de 248 µg/m³ para 32,9 µg/m³, que é considerado um nível seguro, em menos de um minuto. Além disso, a malha ag-náilon, coberta com corante termocrômico, pode ajustar a intensidade de luz do ambiente.

Comparando com outros tipos de materiais de janela de filtragem de poluição, essa tela é mais barata, reutilizável e mais fácil de ser produzida em grande escala. É preciso apenas 100 yuans (US$ 15) e 20 minutos para produzir uma malha ag-náilon de 7,5 m², e os usuários podem limpar a tela de janela ao mergulhá-la no álcool por 20 minutos.


China lança plano para preservar meio ambiente nas Montanhas Qinling

fevereiro 18, 2019 12:15 pm Published by Leave your thoughts

Um plano de ação foi lançado pela província de Shaanxi para preservar o meio ambiente nas Montanhas Qinling, uma fronteira natural entre o norte e o sul do país. Com isso, o governo provincial pretende eliminar, até o final de junho, atividades ilegais como construção, corte de árvores, mineração, caça e descarga de poluentes.

Até o final de 2020 as autoridades locais vão limitar a mineração, eliminar pequenas usinas hidrelétricas, reparar seus impactos ambientais e reforçar a gestão dos pontos turísticos e hospedarias rurais familiares nas montanhas. Essas ações serão focadas em seis cidades: Xi’an (capital da província), Shangluo, Ankang, Hanzhong, Baoji e Weinan.

Desde de julho de 2018, mais de mil construções ilegais localizadas no pé norte de Qinling foram demolidas pelas autoridades locais. As Montanhas Qinling são ecologicamente importantes pois são lar de uma grande variedade de plantas e vida selvagem, como pandas gigantes, macacos dourados e íbis-do-japão.


Livro chinês é escolhido como o “mais bonito do mundo”

fevereiro 18, 2019 11:16 am Published by Leave your thoughts

O livro chinês “Comércio Antigo de Jiangsu: Uma Olhada”, publicado pela Editora de Educação Fênix de Jiangsu, recebeu o título de “livro mais bonito do mundo” em concurso realizado pela fundação Stiftung Buchkunst, que concede o prêmio de “Melhor Design de Livro do Mundo 2019” desde 1991.

Os designers responsáveis pelo livro não usaram papel tradicional, mas sim uma espécie de papel barato, que costumava ser usado para embalar refeições em antigos estabelecimentos. O livro tem como foco os artesãos de atividades que estão em extinção..

O livro já havia sido eleito “o livro mais bonito da China” em novembro, ao lado de outros 24 livros de 20 editoras do país. Os 25 livros participaram da competição mundial, que aconteceu entre 7 e 9 de fevereiro. Os 14 escolhidos com os com melhores designs do mundo por um júri internacional estarão disponíveis para os leitores na Feira do Livro de Leipzig, em março, e na Feira do Livro de Frankfurt, em outubro.


Olimpíadas de Inverno ajudam distrito chinês a sair da pobreza

fevereiro 15, 2019 3:30 pm Published by Leave your thoughts

O distrito de Chongli, da cidade de Zhangjiakou, teve um progresso significativo em relação ao alívio da pobreza e deverá sair da miséria ainda em 2019, de acordo com as autoridades regionais. Localizado na província de Hebei, ele fica a 200 km a noroeste de Pequim e se tornou um destino popular de esqui após ser escolhido para sediar eventos do esporte nas Olimpíadas de Inverno de 2022.

Desde 2015, quando Pequim foi escolhida para receber os Jogos Olímpicos, os esforços de alívio da pobreza de Chongli vem se concentrando no desenvolvimento do turismo, indústrias de gelo e neve, além da vegetal e fotovoltaica. Zhao Zan, governador do distrito, destacou que o índice de pobreza local caiu de 16,81% no fim de 2015, para 0,44% no fim de 2018. Neste ano, serão realizadas diversas atividades com tema dos Olímpicos de Inverno para promover um mecanismo estável e de longo prazo para alívio da pobreza.


Huawei se torna a terceira maior compradora de chips do mundo

fevereiro 15, 2019 2:30 pm Published by Leave your thoughts

A Huawei, gigante chinesa da tecnologia, se tornou, em 2018, a terceira maior compradora de chips semicondutores do mundo, ficando atrás apenas da Samsung e da Apple, de acordo com um relatório da empresa de pesquisa estadunidense Gartner Inc. A companhia ultrapassou a DELL e a Lenovo, tendo gasto mais de US$ 21 bilhões em chips semicondutores apenas no ano passado, valor que equivale a 4,4% do total do mercado mundial e é 45,2% maior que o de 2017.

A China ainda teve outras três empresas entre as dez maiores compradoras de semicondutores em 2018: a Lenovo, a BBK Electronic e a Xiaomi. O relatório ainda mostra que os gastos em semicondutores dos dez maiores compradores subiram rapidamente e que a sua participação atingiu 40,2% do total do mercado no ano passado, sendo que em 2017 essa participação era 39,4% do total.

Em relação às vendas de smartphones, a Huawei fortaleceu a sua posição dominante, tendo entregado 30 milhões de aparelhos no mercado nacional apenas no 4° trimestre de 2018, 23,3% a mais que no ano anterior. Segundo a empresa de pesquisa IDC, a Huawei teve uma cota de mercado de 29%, ficando em primeiro lugar na lista. O segundo lugar foi ocupado pela OPPO, com remessas de 20,3 milhões de unidades e 19,6% do mercado.