Autor: Administrador

Museu de Xangai lança linha de produtos em parceria com a Disney

novembro 1, 2018 6:30 pm Published by Leave your thoughts

O Museu de Xangai lançou, ao lado da Disney, uma linha de produtos inspirada no Mickey Mouse, o mais famoso personagem da companhia, e no Da Ke Ding, um recipiente de comida de bronze de 3 mil anos que faz parte do acervo do museu. O Mickey, que está completando 90 anos, apareceu vestindo o padrão ondulado da relíquia, que é a peça mais preciosa do Museu de Xangai e uma das relíquias chinesas mais famosas e apreciadas do mundo.

Em um vídeo que a Disney publicou, o personagem vive uma grande aventura em cima de um Da Ke Ding, surfando suas ondas, enquanto viaja no tempo e no espaço. A linha de produtos lançada traz seis produtos diferentes do Mickey com a relíquia, como brinquedos, papelaria, bolsa de skate, cachecol e joias.

Yang Zhigang, curador do Museu de Xangai, afirmou que a parceria “é uma maneira de mostrar o nosso respeito à civilização magnífica de bronze da China e recordar a nossa infância que foi acompanhada pelos desenhos da Disney”. A China tem um plano de desenvolver 50 marcas de museu e dez bases de pesquisa e desenvolvimento de produtos do tipo até o ano de 2020.


Das cidades inteligentes às cidades do futuro

novembro 1, 2018 6:10 pm Published by Leave your thoughts

Neste momento em que a China vive o auge de uma transição de nação de rápido desenvolvimento para nação modernizada, desenvolvida e referência de progresso moderno, o seu índice de urbanização acelerou-se em níveis inéditos. Em 1950, apenas 13% da população da China vivia nas cidades; essa cifra passou para 45% em 2010, para 57,4% no final de 2016 e a projeção é que chegue a 60% por volta de 2030. Isso representa mais de 700 ou 800 milhões de pessoas vivendo em ambientes urbanos. A urbanização está remodelando o ambiente físico, assim como o tecido cultural da sociedade, e exerce grande impacto na economia.

Os modelos tradicionais de urbanização estão desatualizados. Eles são insustentáveis para populações desse porte e acarretam um desperdício de recursos, além de serem extremamente prejudiciais para o meio ambiente, em comparação com os grandes avanços em tecnologia e em energia renovável nas últimas décadas. Atualmente, a única maneira de imaginar as cidades do futuro é por meio daquilo que o jargão contemporâneo chama de cidades inteligentes.

Exposição Internacional de Construções Inteligentes, em março de 2018, em Pequim

O British Standards Institute (BSI) define o termo como “a integração efetiva dos sistemas físicos, digitais e humanos no ambiente construído, para oferecer um futuro sustentável, próspero e inclusivo aos seus cidadãos”. As companhias de tecnologia enxergam isso a partir de um contexto totalmente diferente. A IBM define uma cidade inteligente como “aquela que faz ótimo uso de todas as informações interconectadas disponíveis hoje, a fim de melhor compreender e controlar suas operações e otimizar o uso de recursos limitados”. Da perspectiva dos cidadãos e habitantes, a cidade inteligente pode ser vista como um espaço habitável que tem toda a funcionalidade básica de uma cidade integrada e aprimorada pela tecnologia. Além disso, deve conter também padrões verdes e de sustentabilidade integrados ao mix. O fato de esse termo-chave tender a se tornar um padrão onipresente de avaliação da vida nas modernas cidades desenvolvidas se deve a uma série de fatores. As cidades são os motores essenciais do crescimento de todas as sociedades modernas. É onde se juntam grandes núcleos de competência, atraídos por oportunidades e instalações, onde os melhores recursos podem ser alocados, e onde há instalações disponíveis.

O modelo da vida urbana gira em torno de necessidades tecnológicas, demográficas e infraestruturais nascidas em meados do século XX. Essa noção de vida moderna era predominantemente dependente da abundância e disponibilidade de combustíveis fósseis. Isso levou a um desenvolvimento que tende ao excesso e ao desperdício, e que se revelou desastroso, tanto para o meio ambiente quanto no aspecto geopolítico. No entanto, nos últimos anos, uma combinação de eventos interessantes manifestou-se mais ou menos ao mesmo tempo. Devido ao surgimento meteórico de smartphones, banda larga de celular e sistemas digitais embarcados de baixo consumo de energia e alta eficiência, houve uma grande e irrevogável mudança, que abrange desde os negócios até a vida social. Os parâmetros do que constitui uma cidade inteligente também têm mudado com isso. Com a combinação de Internet das Coisas (Internet of Things, IoT), computação na nuvem, Big Data, machine learning e inteligência artificial, as cidades não são mais massas estáticas de aço, concreto e asfalto, com soluções antiquadas para problemas que poucos haviam previsto quando emergiram; ao contrário, elas têm o potencial de serem altamente eficientes, bem projetadas, habitats de humanidades amigáveis ao ambiente e às pessoas.

Alguns fatores-chave que definem hoje uma cidade inteligente são o design eficiente, a maximização de espaços verdes, a minimização de pontos de engarrafamento, a sustentabilidade da infraestrutura e das construções, e o monitoramento em profundidade de todos os pontos de dados que possam ser obtidos por meio de sensores, para permitir ótima segurança e efetivo acesso a instalações com o mínimo desperdício.

O que se procura agora é conseguir espaços vitais bem projetados, construídos tendo em vista a eficiência e dentro de uma filosofia de design de habitações humanas confortáveis, com tecnologia integrada a cada aspecto, desde o design até a construção, com o monitoramento da funcionalidade e da manutenção. Áreas urbanas inteiras são construídas de modo a maximizar as áreas verdes e assegurar fluidez do trânsito. Com tecnologia integrada a cada aspecto, desde iluminação das ruas a semáforos, te terremotos a detectores de fumaça, é possível ajustar a operação nos mínimos detalhes.

Por exemplo, em caso de incêndio num edifício, seus ocupantes não só podem ser imediatamente alertados disso por seus celulares, com também direcionados para as saídas mais próximas e os espaços mais seguros. Além disso, o conhecimento do incidente será instantaneamente comunicado a todo o sistema, e com isso não só serão implementadas inteligentemente todas as medidas de segurança do edifício, como os serviços de resgate e emergência serão acionados na mesma hora. Adicionalmente, o caminho deles pelo trânsito será desimpedido, com a definição de um trajeto ótimo por meio do monitoramento do fluxo de trânsito e da análise de dados obtidos de sensores espalhados pela cidade. Além do mais, o trânsito regular pode ser redirecionado a rotas alternativas para assegurar que a vida nas áreas próximas seja afetada o mínimo possível. Com isso, também as ambulâncias poderão trasladar feridos mais rapidamente para os hospitais.

Um visitante realiza um passeio virtual pela cidade de Tianjin, com óculos VR

As possibilidades para melhoras e ajustes como esses em todos os aspectos da vida tanto urbana quanto rural são imensas. Essas melhoras na qualidade de vida, tanto tangíveis quanto intangíveis, são não só possíveis, como já se tornaram necessidades prementes, pois muitas das grandes cidades tornaram-se mastodontes de difícil manejo.

A meta é livrar as cidades dos tradicionais flagelos dos quais são vítimas e criar espaços vitais onde os habitantes se sintam seguros, confortáveis e produtivos, sem obstáculos desnecessários ou indesejáveis, a custos insustentáveis.

A cidade de Shenzhen, no sul da China, já enfrentou o primeiro desafio de criar uma cidade inteligente, a partir das lições aprendidas com seu sucesso fenomenal. O próximo passo nessa trajetória de desenvolvimento é o massivo núcleo urbano Jing-Jin-Ji (de Pequim-Tianjin-Hebei), que irá aliviar um pouco do fardo sobre Pequim e agilizar muitos aspectos da vida urbana por meio de um design orientado para o futuro.

Para esse fim, gigantes chineses de tecnologia, como Tencent, Alibaba, Xiaomi, Huawei e ZTE estão investindo bilhões e competindo ferozmente para desenhar e definir os padrões para o futuro, desde tecnologia 5G a IoT. As apostas são cada vez maiores, já que, devido à economia de escala, o vencedor levará a banca e irá impactar não só a China, mas o resto do mundo.

Tudo isso terá também um valor inestimável para o próximo estágio da Iniciativa Cinturão e Rota, já que o desenvolvimento nos próximos anos e décadas será remodelado a partir dos resultados obtidos agora. A China decidiu enfrentar esse imenso desafio e assumiu a dianteira no desenvolvimento de cidades modernas e espaços urbanos que serão compartilhados com o mundo mais tarde.

As cidades inteligentes que estão sendo vislumbradas agora serão as plataformas a partir das quais a humanidade poderá viver isenta dos desafios e tormentos das claustrofóbicas selvas de concreto, e se livrar de congestionamentos de trânsito e de viajar em transporte de massa lotado, como se fossem rebanhos de carneiros, inalando fumaças tóxicas, assustadas com cada rosto não familiar. Uma mudança com essa escala e impacto não irá ocorrer do dia para a noite, e tampouco tem o charme de algumas inovações tecnológicas e palavras da moda, mas é algo crucial porque define e molda a maneira com que iremos viver nossas vidas e formular nosso futuro. É hora de retirar o aspecto de novidade do termo cidades inteligentes, e que essa visão passe a integrar o conceito de cidades do futuro.


China realiza 5° Fórum Mundial de Budismo

novembro 1, 2018 5:40 pm Published by Leave your thoughts

O 5° Fórum Mundial de Budismo, evento que busca promover uma maior interação entre pessoas que seguem a religião e incentivar a proteção de suas relíquias culturais, aconteceu nessa última semana na cidade de Putian, na província chinesa de Fujian. Organizado pela Associação Budista da China e a Associação de Comunicação de Cultura Religiosa da China, o fórum teve recorde de participantes, sendo que mais de mil budistas, acadêmicos e representantes de 55 países e regiões estiveram presentes.

O chefe da Associação de Comunicação de Cultura Religiosa da China, Wang Zuo’na, afirmou que os participantes irão continuar a fazer com que o fórum se torne um mecanismo mais influente para os intercâmbios budistas, com o objetivo de propagar a voz do budismo pelo mundo. Entre as propostas que foram apresentadas no encerramento do evento para promover os preceitos da religião de paz e filantropia, a proteção das relíquias culturais budistas do mundo e o aumento da interação entre pessoas ao longo do Cinturão e Rota, entre outros.

A primeira edição do Fórum Mundial de Budismo aconteceu no ano de 2005, quando as comunidades budistas da China continental, de Taiwan, de Hong Kong e de Macau decidiram se unir em um evento para promover um maior debate sobre a religião.


Quase metade dos chineses aceitaria se casar sem grande festa ou muitos bens

novembro 1, 2018 5:20 pm Published by Leave your thoughts

Cerca de metade dos chineses aceitaria se casar sem ter muitos bens ou sem uma grande festa de casamento, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo Diário de Juventude da China. Entre os 2.004 entrevistados, 64,5% disseram que acreditam que um “casamento de total despojamento” é casar-se sem possuir um apartamento; 56,4%, sem uma cerimônia de casamento; e 54,2%, sem um carro.

A pesquisa então mostra que 48,3% dos entrevistados concordariam em se casar com um “casamento de total despojamento”, enquanto 20,5% afirmaram se opor a isso, mas 92,8% dizem ter parentes ou amigos que já tiveram um casamento assim. Quando perguntados sobre o que levava as pessoas a terem um “casamento de total despojamento”, 63,5% dos entrevistados relataram que era a economia de dinheiro; 58,8% disseram ser as pobres condições financeiras; e 51,7% deles atribuíram isso à preferência dos noivos em fazer viagens ou compras em vez de gastar com festas.

Outros resultados mostrados pela pesquisa é de que 53,1% dessas pessoas acham que um casamento frugal deve mudar a extravagância das cerimônias tradicionais, e 44,4% consideram essa uma tendência positiva, quando comparada às tradições. Por outro lado, 54,6% acham que os rituais são necessários para o casamento.


Congresso Nacional de Mulheres é realizado na China

novembro 1, 2018 4:50 pm Published by Leave your thoughts

O XII Congresso Nacional de Mulheres (CNM) está acontecendo em Pequim até o dia 2 de novembro. O presidente chinês, Xi Jinping, que também é secretário geral do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh) e presidente da Comissão Militar Central, participou da cerimônia de abertura do evento, que aconteceu no Grande Salão do Povo.

O congresso conta com a participação de um total de 1.637 delegadas de todos os âmbitos sociais e 79 convidadas especiais das Regiões Administrativas Especiais (RAE) de Hong Kong e Macau. Shen Yueyue, vice-presidente do Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional e presidente-executiva do XII CNM, foi a responsável por abrir o evento na última terça-feira (30).

Também participaram da conferência, outros líderes do PCCh e do Estado, como Li Keqiang, Zhanshu Li, Wang Yang e Han Zheng, que são membros do Comitê Permanente do Birô Político do Comitê Central do PCCh. Zhao Leji, também membro desse comitê permanente, realizou um discurso em nome do Comitê Central do PCCh.

Federações de mulheres de todos os níveis tomaram como guia o pensamento de Xi Jinping a respeito do socialismo com particularidades chinesas para a nova era e fizeram grandes contribuições para o desenvolvimento da causa das mulheres e a consolidação do apoio público à governança do Partido, afirmou Zhao em seu discurso.


Governo chinês melhora seguros de saúde para pacientes pobres

novembro 1, 2018 1:30 pm Published by Leave your thoughts

Um plano de trabalho de três anos foi lançado pela China para impulsionar o seguro de saúde para moradores nas áreas rurais, com a missão de ajudar a atual da campanha de alívio da pobreza no país. O plano de trabalho 2018-2020 tem como foco as pessoas que vivem em áreas extremamente carentes e estão em situação de pobreza devido a doenças, e, de acordo com a Administração Estatal de Seguro Médico, visará garantir que os moradores rurais afetados pela pobreza obtenham maiores benefícios do seguro de saúde.

O plano, que foi divulgado pela Administração Estatal de Seguro Médico, pelo Ministério das Finanças e pelo Escritório do Grupo Dirigente de Alívio da Pobreza e Desenvolvimento do Conselho de Estado, diz que o seguro de saúde básico, o seguro para doenças graves e a assistência médica devem cobrir todos os moradores rurais até 2020. O seguro para doenças graves deverá pagar mais as taxas médicas dos moradores rurais carentes durante todo esse período.

A China tem o plano de erradicar completamente a pobreza do país até 2020, o que significa que, em menos de três anos, cerca de 30 milhões de pessoas ainda deverão ser retiradas dessa situação. Segundo Hu Jinglin, chefe da Administração Estatal de Seguro Médico, cerca de 40% dessas pessoas são afetadas pelo que chamam de pobreza causada por doenças. “Muitas dessas pessoas estão sofrendo de doenças sérias ou crônicas ou doenças que voltam facilmente”, afirmou Hu. O governo chinês vê esse tipo de pobreza como um grande desafio na batalha contra a pobreza no país, e desde 2016 vem adotando diretrizes sobre execução de programas de seguro de saúde nas áreas rurais carentes.


Fonte: Xinhua

Exposição de importações de Xangai contará com a presença de Xi Jinping

novembro 1, 2018 12:16 pm Published by Leave your thoughts

O presidente chinês Xi Jinping irá assistir à cerimônia inaugural da primeira Exposição Internacional de Importações da China (CIIE, na sigla em inglês) em Xangai no dia 5 de novembro. Ele deverá fazer o discurso de abertura do evento e visitar os pavilhões com líderes estrangeiros que também participarão da exposição.

No total, líderes de mais 18 países estarão presentes na CIIE, entre eles, o presidente tcheco Milos Zeman, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, o presidente suíço Alin Berset, o primeiro-ministro egípcio Mostafa Madbouly e o primeiro-ministro russo Dmitry Medvedev. Todos eles estarão lá a convite do próprio Xi, que oferecerá, ao lado de sua esposa, Peng Liyuan, um banquete de boas-vindas no dia 4 de novembro.

A CIIE é a primeira exposição do mundo dedicada a exportações a nível nacional e foi uma proposta do próprio presidente chinês. Um total de 82 países e três organizações internacionais apresentarão seus avanços no desenvolvimento econômico e comercial, assim como produtos competitivos em 71 pavilhões que ocupam uma área de quase 30 mil m². Em relação às empresas, foram confirmadas mais de 3 mil, de 130 países e regiões, ocupando uma área de 270 mil m².


Igualdade de gênero tem avanços na China

novembro 1, 2018 11:00 am Published by Leave your thoughts

A promoção da igualdade de gênero tem progredido bastante na China nos últimos anos, especialmente quando o assunto á a participação das mulheres no desenvolvimento econômico nacional, na tomada de decisões e na administração dos assuntos sociais e estaduais. Segundo dados do Departamento Nacional de Estatísticas, as mulheres chinesas já respondiam, em 2016, por 43,1% da força de trabalho do país, número que supera a meta de 40% que havia sido estabelecida no Programa para Desenvolvimento de Mulheres Chinesas (2011-2020).

As estatísticas mostram que, no ramo dos negócios, a participação das mulheres cresceu, sendo que agora elas representam cerca de um quarto dos empresários do país. No Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCCh), o número de delegadas aumentou 1,14% entre a 18ª e a 19ª edição. A 13ª Assembleia Popular Nacional teve o maior número de representantes do sexo feminino, que representavam 24,9% do total de pessoas, uma alta de 1,5% em relação ao congresso anterior.

Além da participação política, o número de mulheres que estão recebendo educação também aumentou. Em 2016, o número de pós-graduadas era de mais de um milhão, superando pela primeira vez o número de pós-graduados do século masculino. Além disso, as universitárias representaram 52,5% do total no mesmo ano, sendo mais de 14,16 milhões.

A saúde das mulheres também melhorou significativamente, sendo que a expectativa média de vida das chinesas aumentou para 79,43 anos e a taxa de mortalidade materna do país caiu de 30 por 100 mil para 19,6 por 100 mil em 2017, o que fez com que a China se tornasse um dos 10 países de alto nível em termos de saúde de mulheres e crianças, conforme a identificação da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Equipamentos de monitoramento são instalados na Grande Muralha da China

novembro 1, 2018 9:00 am Published by Leave your thoughts

Equipamentos de monitoramento inteligente foram instalados pela Região Autônoma da Mongólia Interior ao longo de oito trechos da Grande Muralha da China, com o intuito de melhorar a proteção dessas antigas fortificações. O departamento local de relíquias culturais anunciou que as câmeras instaladas são alimentadas por energia solar e que seus sinais são transmitidos por meio da rede 4G, em vez de cabos.

Os oito trechos da Grande Muralha nos quais as câmeras foram instaladas têm 1,18 km de extensão, estão localizados na cidade de Wuhai e datam de mais de 2 mil anos, tendo sido construídos durante a dinastia Qin (221-206 a.C.) Apesar de ainda estarem bem preservados, as fábricas mineiras próximas colocaram o lugar sobre ameaça, após anos de derramamento de resíduos minerais e restos de materiais de construção em áreas próximas.

Listada como Patrimônio Mundial da UNESCO, a Grande Muralha tem mais de 21 mil km de extensão e passa por um total de 15 províncias e regiões da China. Os muros foram construídos para defender a corte imperial das tribos que vinham do norte, sendo que as suas partes mais antigas datam de aproximadamente 200 a.C., quando a fortaleza começou a ser construída pelo primeiro imperador Qin.


China acelera formulação de lei de investimento estrangeiro

outubro 31, 2018 2:00 pm Published by Leave your thoughts

A China deverá acelerar a formulação de sua nova lei de investimento estrangeiro em meio aos esforços para impulsionar a liberalização de investimento, segundo afirmou Gao Feng, porta-voz do Ministério do Comércio, em uma entrevista coletiva. “A China manterá suas políticas estáveis, justas, transparentes e previsíveis, para melhor proteger os direitos e interesses legítimos das empresas de investimento estrangeiro”, disse.

Espera-se que a nova legislação combine as três leis de investimento estrangeiro do país para promover o investimento estrangeiro. Ela deverá seguir as políticas de liberalização e facilitação de alto nível de comércio e do investimento, facilitando de forma significativa o acesso das companhias estrangeiras ao mercado chinês. “Durante os 40 anos de reforma e abertura, a China segue intensificando a proteção e o aprimoramento dos serviços aos investidores estrangeiros”, afirmou Gao.

Quando falou sobre o crescimento positivo das empresas estrangeiras recém-estabelecidas no país e o uso de investimento estrangeiro nos três primeiros trimestres, Gao ressaltou que os investidores globais mostraram uma firme confiança na ampliação da abertura da China. O país asiático foi o que mais recebeu investimento estrangeiro direto (IED) no primeiro semestre de 2018, enquanto o IED global caiu 41% no mesmo período, chegando ao seu nível mais baixo nos 10 últimos anos. De acordo com Gao, esses dados mostram ainda mais a confiança de investidores estrangeiros no ambiente e nas perspectivas de investimento do país.


Fonte: Xinhua