Autor: Administrador

Vice-ministro diz que importância dos EUA diminui como mercado de exportações da China

junho 5, 2019 9:00 am Published by Leave your thoughts

Os Estados Unidos ainda são um mercado de exportação importante para a China, mas, segundo Wang Shouwen, vice-ministro do Comércio da China, a sua representação vem diminuindo. Em uma entrevista, Wang afirmou que o incremento de tarifas dos EUA terá um certo impacto sobre o comércio exterior da China, mas que no geral será controlável devido ao decrescente desempenho dos EUA como mercado de exportação e à crescente porção dos mercados emergentes, incluindo a região do Cinturão e Rota.

“O mercado dos EUA representou cerca de 22% das exportações totais da China em 1999, mas a porção diminuiu para apenas 16% agora”, explicou ele. Wang ainda disse que a China tem cerca de 400 mil empresas de exportação, com as empresas privadas levando metade das exportações totais e as exportações de alta tecnologia desempenhando papéis mais destacados.

“O comércio exterior da China se deparou com tempestades durante a crise financeira asiática em 1997 e a crise financeira global em 2008. A história provou que o comércio exterior da China tem enorme potencial de crescimento, e estamos confiantes em buscar o progresso enquanto mantemos o mercado estável e alcançamos um desenvolvimento de alta qualidade”, afirmou o vice-ministro. O impacto das fricções do comércio China-EUA sobre o investimento estrangeiro ao país também é controlável, segundo ele.


Xiaomi abre sua primeira loja física no Brasil

junho 4, 2019 5:30 pm Published by Leave your thoughts

A Xiaomi, fabricante chinesa de eletrônicos, abriu nesse sábado (01) a sua primeira loja no Brasil, tendo atraído milhares de fãs, alguns deles tendo acampado do lado de fora para ter a chance de serem os primeiros a ter a chance de comprar um dos novos smartphones da marca. Uma fila de 500 m foi formada pelos fãs da marca na porta da Mi Store da Xiaomi, no shopping Ibirapuera, na cidade de São Paulo.

Luciano Barbosa, diretor de produtos para do grupo brasileiro da Xiaomi (o grupo DL), disse em entrevista à Xinhua que eles estão apostando nos fãs da Mi e expandindo o mercado para um público que ainda não está familiarizado com a marca. “As empresas chinesas são cada vez mais reconhecidas por sua qualidade e acessibilidade”, afirmou.

Antes da abertura da loja, os smartphones da Xiaomi já estavam disponíveis em supermercados e lojas de eletrodomésticos brasileiros, mas com a loja física, a marca deverá alcançar um patamar superior de reconhecimento e prestígio. Para a inauguração, a Xiaomi ofereceu um desconto de 30% em seus smartphones top de linha, além de contar com dezenas de outros eletrônicos de alta tecnologia da empresa, desde câmeras de vigilância até aspiradores de pó, relógios multifuncionais e iluminação LED.

O diretor do grupo DL, Paulo Xu, ressaltou a importância de abrir a loja em São Paulo, maior cidade do Brasil, onde vivem cerca de 45,6 milhões de pessoas. “A primeira loja física é muito importante para atingir o mercado brasileiro, oferecendo não apenas smartphones, mas todo um ecossistema de produtos”.


China publica livro branco sobre as consultas com os EUA

junho 4, 2019 4:00 pm Published by Leave your thoughts

O Departamento de Comunicação do Conselho de Estado da China emitiu um livro branco, intitulado Posição da China sobre Consultas Econômicas e Comerciais China-EUA, em que diz que as acusações feitas pelo governo dos Estados Unidos sobre o retrocesso da China são totalmente infundadas. Nele, a China observa que é uma prática comum para ambos os lados fazerem novas propostas para ajustes no texto e no idioma em consultas em andamento. Nas mais de dez rodadas anteriores de negociação, a administração dos EUA veio mudando suas demandas e é imprudente acusar a China de “retroceder” enquanto as conversas ainda estão em andamento.

O livro branco fala que um país civilizado recorrerá a medidas forçadas apenas quando as abordagens gentis fracassarem. Mesmo depois que os EUA emitiram a ameaça de novas tarifas e a comunidade internacional ficou com medo que a China cancelasse a visita de consulta aos EUA, a China permaneceu com mente sóbria, exerceu contenção e enviou uma delegação de alto escalão para os EUA, como foi concordado, para a 11ª rodada de consulta econômica e comercial, de 9 a 10 de maio.

Ao fazer isso, a China demonstrou a maior sinceridade e um forte sentimento de responsabilidade para solucionar as disputas comerciais por diálogo, pelo que diz o livro branco. Durante as seguintes discussões sinceras e construtivas, os dois lados concordaram em administrar as diferenças e continuar com as consultas.

A China expressou forte oposição à elevação unilateral de tarifas pelos EUA e declarou sua posição firme de que teria de tomar contramedidas necessárias, segundo o texto, que enfatiza mais uma vez que os acordos de comércio devem ter como base a igualdade e o benefício mútuo. A China jamais cederá nos importantes princípios concernentes a seus interesses essenciais.

“Uma condição prévia para um acordo de comércio é que os EUA devem remover todas as tarifas adicionais impostas sobre as exportações chinesas, a compra de bens norte-americanos pela China deve ser realista e deve se garantir que um equilíbrio adequado no texto do acordo seja alcançado para servir aos interesses comuns de ambos os lados”, diz o livro branco.


Falando a mesma língua

junho 3, 2019 4:22 pm Published by Leave your thoughts

Os brasileiros familiarizados com o mandarim se multiplicam, desde o primeiro it de investimentos chineses no Brasil. Apenas pelo Instituto Confúcio da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), o primeiro do país, inaugurado em 2008, na capital paulista, já passaram 11 mil alunos do idioma. Desde então, são dez Confúcios em território nacional, com o número de matrículas aumentando exponencialmente. Essas entidades existem graças à parceria entre o Hanban e universidades particulares e públicas locais. Vêm se instalando pelos estados da federação a uma velocidade de, praticamente, uma unidade ao ano, sendo o primeiro meio de aprendizado da língua chinesa em terras verde-amarelas.

Além da entidade abrigada pela Unesp, há o Instituto Confúcio em outras dez universidades brasileiras. Todos eles ensinam a língua chinesa, mas, sob esse escopo, o foco das formações ora envolve negócios, ora aspectos culturais, em objetivos propostos sob intercâmbios, festivais, seminários, cursos complementares, livres ou de extensão.

Mais do que negócios

Depois que a China se tornou o maior parceiro comercial do Brasil, “aprender chinês passou de curiosidade, hobby, a necessidade”, avalia Luís Antonio Paulino, diretor do Instituto Confúcio da Unesp, que lembra que as relações entre brasileiros e chineses acabaram se estendendo, de forma bem estreita, a outros campos. “Difícil, hoje, ver uma universidade sem um acordo de cooperação com a China”, ressaltou.

Professor Luis Paulino, diretor do Instituto Confúcio da Unesp.

Nanotecnologia, saúde, infraestrutura e agropecuária, dentre outras técnicas – são muitas as temáticas dos tratados bilaterais em vigência. Nessas e noutras searas, a globalização opera exigindo comunicação interpessoal precisa, sob o domínio de uma língua comum e das expressões culturais capazes de interferir nessa interação. O inglês ainda permitiria “ruídos” nesse sentido, entende Paulino. Já o idioma chinês possibilitaria melhor integração.

Essa harmonia seria um dos grandes benefícios da atuação dos Institutos Confúcio pelo mundo, entende, por sua vez, Ana Qiao, diretora chinesa do Instituto Confúcio da PUC-Rio. “Os institutos ensinam a compartilhar e compreender melhor línguas, culturas, histórias, economias etc. Também ajudam a melhorar a qualidade da educação local e o intercâmbio entre países e pessoas de etnias diferentes”, compreende a diretora. A comunhão já se inicia no modelo de gestão dessas entidades, em que um diretor brasileiro e um chinês, como Ana, interagem de forma positiva para garantir um ensino de qualidade.

Repertório ampliado

As experiências promovidas pelos Institutos Confúcio não apenas integram pessoas e países, como enriquecem, no âmbito individual, o repertório pessoal e profissional de seus alunos e professores. Lourdes Zilberberg, diretora do Instituto Confúcio para Negócios da Faap, destaca o potencial dessas entidades em ampliar a visão de mundo de estudantes e docentes, além de valorizar o exemplo chinês.

“Os Institutos Confúcio telam os profissionais chineses ao exterior, desenvolvendo sua experiência como professores visitantes, e trazem estrangeiros para a China através de missões de quatro semanas em várias cidades e de programas de bolsas de estudo”, explica Lourdes. “Eles também expõem as virtudes de um país que em 40 anos fez muito para seu desenvolvimento.”

Com olhar atento a essa expansão e à resiliência chinesa, Arthur Henrique Marrero Soares, 23 anos, graduando em Engenharia Civil, é aluno do Instituto de Negócios da Faap. Durante um mês, o estudante participou de missão na China pela entidade. Sua meta é atuar no setor de energia sustentável, em que esse país desponta, e avalia que, ao optar pela formação em chinês, terá mais chances de obter um emprego. Sobretudo se incluir no pacote o conhecimento da cultura chinesa. “Aprender chinês não é só sobre escrita e ideograma”, diz o estudante, “Precisa ter a conversação, todo o aspecto cultural.” Soares destaca positivamente o preparo que teve no Instituto Confúcio para falar fluentemente e lidar com situações do dia a dia chinês, incluindo ambientes de negócios.

“Principalmente nessa área, a cultura é completamente diferente. Ao entregarmos um cartão de visita, por exemplo, devemos fazê-lo com as duas mãos, em sinal de reverência”, pontua, sobre algo que aprendeu, e levará para o resto da vida profissional e pessoal – o respeito não só ao potencial parceiro comercial do outro lado do balcão, mas às diferenças a uma cultura milenar.

Bons resultados, grandes desafios

Lourdes Zilberberg, diretora do Instituto Confúcio da Faap

Não há metas específicas estabelecidas pelo Hanban para seus parceiros brasileiros, além do básico – a difusão da língua e da cultura chinesas. Embora Brasil e China colaborem para tanto, “há completa autonomia na gestão dos Institutos Confúcio”, destaca Paulino, da Unesp. O que se reflete na diversidade de cursos e atividades oferecidas pelas entidades brasileiras. “São os próprios Institutos que estabelecem seus planos estratégicos de acordo com as circunstâncias locais e os submetem ao Hanban”, reitera Lourdes, da Faap.

A autonomia no lhes poupa desafios, apesar dos resultados positivos que esses institutos vêm obtendo no Brasil. “Não tem sido fácil encontrar professores locais que tenham a qualificação necessária”, diz Paulino, a respeito. Mesmo com esse obstáculo a transpor, o Instituto Confúcio da Unesp foi eleito o melhor do ano por três vezes pelo Hanban, em 2010, 2012 e 2016.

Além dos cursos regulares de língua chinesa na sede ou in-company, intercâmbios, comemorações e seminários de negócios, o esforço do Confúcio da Unesp, atualmente, é no sentido de formar professores locais, desenvolver material em português do Brasil, diminuindo o uso de expressões portuguesas, adaptando as condições para o aluno brasileiro, explica Paulino. “Também tentamos garantir que esse ensino chegue a todos os níveis da população”, acrescenta.

O preparo na língua local também é visto como necessário por Lourdes. “Muitos dos professores enviados pela China falam inglês ou espanhol, eles têm que ser capacitados na língua portuguesa”, diz a diretora. A despeito de qualquer dificuldade, a entidade faapiana, inaugurada em 2012, também foi considerada a melhor do ano pelo Hanban, mas em 2015. O Instituto é um dos oito para negócios no mundo e prepara o lançamento de um novo curso híbrido, on-line, com aulas presenciais no campus ou em empresas.

Já entre os problemas enfrentados pelo Instituto Confúcio da PUC-Rio, Ana Qiao enumera os que demandam soluções urgentes, mas que estão além da alçada da instituição: “Gastamos muito tempo, muita paciência, muita energia com a prorrogação de vistos dos professores. O registro na Polícia Federal está sempre mudando…”

Cada vez mais cedo

Em sua sede, o Confúcio da PUC-Rio oferece portfólio de cursos com Taiji, pintura, música e caligrafia chinesas, além do diferenciado chinês para turismo e dos cursos da língua com enfoque cultural geral e para negócios.

Somando esforços à sua grade curricular, vem desenvolvendo atividades em outros estados, como Espírito Santo e Goiás, envolvendo outras universidades e escolas públicas. A entidade anda dá suporte a aulas de mandarim junto à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e à Universidade Federal Fluminense (UFF), que mantém o recém-inaugurado Confucius Classroom.

No Centro-Oeste, a principal parceria ocorre com o departamento de Línguas da Universidade Federal de Goiás (UFG) para cursos de mandarim dirigido ao público geral. Já no Espírito Santo, o Confúcio da PUC-Rio dá suporte a aulas de mandarim para alunos do ensino médio estadual, difundindo a língua chinesa para adolescentes.

Foi na cidade de Niterói (RJ), no entanto, que a entidade se tornou responsável pelo primeiro projeto da escola bilíngue português-chinês do Brasil, sediado no Colégio Estadual Matemático Joaquim Gomes de Sousa, conhecido como Intercultural Brasil-China. Com o ensino médio em tempo integral e foco no mandarim e nas ciências exatas, a escola foi destaque do índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb) já em sua criação, em 2015. Até setembro de 2018, o Intercultural Brasil-China já havia mandado seis alunos brasileiros para intercâmbio em cidades chinesas.

Um destaque do Confúcio PUC-Rio para intercâmbio dos jovens em ensino médio é a organização do Summer Camp de futebol, levando à garotada à China para jogar e aprimorar o mandarim. Trata-se de iniciativa pioneira no mundo entre os Institutos Confúcio. Essas ações vêm acontecendo com total aprovação de pais e reputação positiva entre os próprios estudantes.

Assim, o público interessado em aprender chinês no país vai se tornando cada vez mais jovem. O ensino básico brasileiro vai chegando próximo do modelo educacional do modelo educacional preconizado pela Unesco para o século XXI – do aprendizado de novos idiomas ao conhecimento interdisciplinar aplicado, passando pelas competências socioemocionais que também podem ser promovidas com o auxílio do trabalho dos Institutos Confúcio.


China lança campanha para formar agricultores cientificamente alfabetizados

junho 2, 2019 2:00 pm Published by Leave your thoughts

A China anunciou na última semana, na capital do país, uma campanha lançada pela Associação Chinesa de Ciência e Tecnologia e o Ministério da Agricultura, que tem três anos de duração e o propósito de melhorar a alfabetização científica da sua população rural.

O país espera, em três anos, formar 4 milhões de agricultores cientificamente alfabetizados, que compreendam determinados ramos da ciência, dominem tecnologia agrícola moderna e possuam certa capacidade de gestão empresarial. Até o ano passado, a proporção rural da população cientificamente alfabetizada era de 4,93%, inferior à média nacional de 8,47%.

Segundo Huai Jinpeng, vice-presidente da associação, melhorar a alfabetização científica fora das áreas urbanas é fundamental para a revitalização rural da China e para a promoção e popularização da ciência.


China reduz em 54% problemas de crescimento nas crianças em 20 anos

junho 1, 2019 3:57 pm Published by Leave your thoughts

A China reduziu em 54% os problemas de crescimento nas crianças de até cinco anos causados por má nutrição ou doença nas últimas duas décadas, de acordo com o Relatório Global da Infância 2019 divulgado antes do Dia Internacional da Criança, no dia 1º de junho, pela ONG internacional Save The Children.

Nesse período, a pontuação da China subiu 80 pontos, passando de 861 para 941, graças às reduções nas mortes e na desnutrição de crianças, pelo que explica o relatório. A comparação entre 2000 e 2018 se deu com base nos oito indicadores que medem uma boa infância: morte prematura, crescimento atrofiado, educação, trabalho infantil, casamento precoce, gravidez precoce, homicídios e deslocamento de crianças.

Nos 176 países e regiões avaliados, cerca de 1 a cada 4 crianças de até cinco anos tem crescimento atrofiado. Apesar disso, 2018 teve 49 milhões de casos a menos em comparação a 2000, com a taxa global de crescimento atrofiado caindo de 32,5% para 21,9%. A China e a índia, juntas, respondem por mais da metade da diminuição desses casos.

“É bom ver que a China tem feito progresso significativo na melhoria do acesso das crianças à nutrição diária e adequada nos seus primeiros cinco anos da vida”, disse Sebastien Kuster, diretor operacional da Save the Children China. Segundo os termos analisados pelo relatório, a vida dessas crianças tem melhorado em 173 dos 176 países desde 2000, sendo o deslocamento o único dos oito indicadores que está aumentando.


Banco com capital de Taiwan poderá emitir cartão de crédito na China continental

maio 31, 2019 6:00 pm Published by Leave your thoughts

O porta-voz do Departamento dos Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado da China, An Fengshan, disse que o Banco Fubon, que tem sede em Xangai, recebeu uma aprovação para emitir cartões de crédito na parte continental da China. Esse banco é a primeira instituição financeira com capital de Taiwan a receber uma permissão do tipo, e isso, de acordo com An, permitirá que mais serviços financeiros sejam oferecidos às pessoas e empresas de Taiwan na China Continental.

As políticas preferenciais da parte continental, que também são conhecidas como “31 medidas”, foram implementadas e produziram resultados positivos, incluindo cooperações na área financeira, pelo que disso o porta-voz. O banco, fundado em Xangai em 1997 como um joint venture, tornou-se em 2016 uma subsidiária com 100% do capital pertencente à Fubon Financial, com sede em Taipei.


Pequim inaugura 1ª via exclusiva para bicicletas

maio 31, 2019 5:20 pm Published by Leave your thoughts

A primeira via apenas para bicicletas de Pequim foi inaugurada nessa sexta-feira, como parte dos esforços para aliviar a pressão de tráfego, além de reduzir o tempo de viagem em Huilongguan, um subúrbio no norte da cidade chinesa.

A ciclovia, de 6,5 km, inclui um viaduto de 2,7 km, que encurtará o tempo de viagem entre Huillongguan e Sanhdi (onde está localizado um grande número de empresas de alta tecnologia), de 40 para 26 minutos. Em média, 11,6 mil pessoas realizam esse translado todos os dias para trabalhar.

O Comitê Municipal de Transportes publicou um aviso para fornecer orientações sobre como usar a ciclovia. Esse aviso que a via serve para bicicletas sem assistência, o que significa que pedestres, carros e bicicletas elétricas são proibidos. Os ciclistas devem ficar à direita e, em caso de avaria, devem ser empurrados para fora da estrada pela saída mais próxima.

Estacionar e dirigir na direção errada são conta a lei. A velocidade máxima permitida é de 15 km/h e, se transportar carga, ela deve ter menos de 1,5 m de altura do solo, 15 cm de largura e 30 cm de comprimento. Qualquer violação receberá penalidades como consequência.


China pede que EUA não politizem suas taxas de câmbio

maio 31, 2019 4:40 pm Published by Leave your thoughts

Em uma declaração feita pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lu Kang, a China pede que os Estados Unidos respeitem os fatos e as leis de mercado e se abstenham de politizar as questões das taxas de câmbio. “A China tem repetidamente aconselhados os EUA a agir em conformidade com as regras internacionais multilaterais, em vez de avaliar unilateralmente as taxas de câmbio de outros países”.

Lu fez tais comentários depois que o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou que nenhum dos principais parceiros comerciais dos Estados Unidos, incluindo a China, atingiu o padrão de manipulação cambial, apesar de colocar em sua sua “lista de monitoramento China, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão, República da Coreia, Malásia, Cingapura e Vietnã”.

“Se um país manipula sua moeda ou não, não é decidido pelos EUA”, disse Lu, acrescentando que as instituições internacionais têm avaliações confiáveis ​​sobre as taxas de câmbio de países ao redor do mundo.

Ele ainda disse que a China aprofundará firmemente a reforma orientada para o mercado sobre sua taxa de câmbio, e continuará a melhorar o sistema de câmbio flutuante baseado na oferta e demanda e com referência a uma cesta de moedas, além de assegurar a estabilidade, racionalidade e equilíbrio da taxa de câmbio da sua moeda.


Uma ponte para a comunicação intercultural

maio 31, 2019 4:00 pm Published by Leave your thoughts

Dra. Vivia L. Fowler,

diretora do Wesleyan College, EUA

Em 2012, o Wesleyan College montou o Instituto Confúcio, e isso foi o início de nosso relacionamento com a Universidade de Guangzhou. Na realidade, temos muito orgulho em afirmar que nossos laços com a China remontam a várias décadas. Em 1904, Ai-ling, a mais velha das famosas Irmãs Soong, veio estudar no Wesleyan College, que abrigou as três irmãs consecutivamente. Um dos aspectos especiais de nosso Instituto Confúcio é relembrar essa história. Temos muitos belos artefatos e memórias da época das Irmãs Soong no Wesleyan College, no nosso Instituto Confúcio. Todo ano, centenas e até milhares de pessoas vêm ao Wesleyan College ver o que o nosso Instituto Confúcio têm a oferecer.

Acredito muito na importância de nosso trabalho. Ele liga os Estados Unidos à China e oferece oportunidades para amizade, cooperação e instrução num nível pessoal, presencial. Afinal, a educação é a esperança para o futuro, a esperança para a construção de relacionamentos e pontes e para aprendermos uns com os outros.

Algumas pessoas nos Estados Unidos criticam a intenção do Instituto Confúcio, mas a meu ver ele cria oportunidades para construir pontes e relações entre o nosso país e a China. Nossos alunos se beneficiam da aprendizagem da língua oferecida por nossa instituição parceira – a Universidade Guangzhou –, que envia excelentes professores e acadêmicos visitantes, e até instrutores para um grupo de dança chinesa criado no Wesleyan College e composto por alunos chineses, americanos e do mundo todo. Por meio da linguagem corporal, os alunos podem compreender e sentir melhor o verdadeiro sentido da cultura chinesa.

 

Sir Keith Burnett,

 presidente e vice-reitor da Universidade de Sheffield, Reino Unido

Temos agora 200 classes no Instituto Confúcio de Sheffield, nas quais estudaram 14 mil residentes. Além de cooperarmos com universidades chinesas para oferecer cursos de línguas, temos foco também em aprofundar a compreensão mútua entre os parceiros de negócios das duas nações.

Os Institutos Confúcio estão hoje espalhados pelo mundo – África, Europa, Ásia e América –, com milhões de alunos de chinês. Por isso, é importante mostrarmos às pessoas o que os Institutos Confúcio têm feito de fato: Quem trabalha no Instituto? Professores. O que fazem? Ensinam aos aunos a cultura e a história chinesas. Como diz o antigo ditado chinês, “Como ficamos felizes quando conhecemos amigos de longe!”. Vemos hoje muitos rostos chineses no Instituto Confúcio de Sheffield – seu diretor e a equipe de funcionários. Sua dedicação e contribuição são tão importantes para a nossa escola e para a comunidade dos arredores que se tornaram parte indispensável de nossa vida.

 

Rudolph F. Crew,

diretor do Edgar Evers College da City University de Nova York

O programa de estudos resultante da cooperação entre o Instituto Confúcio e algumas universidades chinesas é importante para os nossos alunos. Oferece a eles uma oportunidade de se instruírem em língua chinesa, com professores tanto da China quanto dos Estados Unidos. Acreditamos que isso dará aos nossos alunos a maravilhosa oportunidade de compreender o mundo a partir da perspectiva de outra cultura, outra economia e ciência, permitindo que se comuniquem com pessoas do mundo todo, especialmente os chineses.

Vemos a necessidade de iniciar o programa de língua chinesa com alunos de pouca idade. Se eles puderem começar a aprender chinês bem cedo, terão maior proficiência em chinês, entrarão na faculdade e começarão a se comunicar com estrangeiros num nível mais elevado, assumindo maiores responsabilidades na comunidade.

A Iniciativa Cinturão e Rota proposta pelo presidente chinês Xi Jinping repercute no mundo por sua influência abrangente. Queremos que nossos alunos sejam cidadãos globais. Queremos que sintam que há um lugar para eles, não apenas no Brooklyn, mas também no mundo. Isso significa aprender uma segunda língua e ter uma compreensão da cultura chinesa, que lhes dará a oportunidade de conhecer novos grupos de pessoas na China, e dará melhor compreensão sobre quem somos, o que estamos fazendo e no que acreditamos.