Autor: Administrador

Filhote de panda é flagrado quebrando câmera em Sichuan

junho 21, 2019 1:00 pm Published by Leave your thoughts

Câmeras infravermelhas captaram imagens de uma mãe panda e seu filhote em uma reserva natural na província de Sichuan, e é possível ver o filhote quebrando uma das câmeras, pelo que informaram as autoridades locais nesta semana. Entre os meses de janeiro e abril, foram feitas três séries de fotos e um vídeo curto dos dois animais na Reserva Natural de Huanglong.

Em fevereiro, a dupla passou por uma das câmeras, onde foi fotografada. O filhote voltou à área e teve um “contato mais próximo” com a câmera, quando danificou o equipamento com as suas garras e seus dentes. Com base na análise das imagens, estima-se que o filhote de panda tenha cerca de um ano e meio de idade.

As últimas imagens da mãe e do bebê juntos foram capturadas no dia 13 de fevereiro. Desde então, o filhote não foi mais visto com a mãe, o que significa que ele, provavelmente, já se separou de sua mãe e sobrevive sozinho. Os filhotes de pandas se separam de suas mães entre um e dois anos de vida.


China é líder no mercado de veículos elétricos

junho 21, 2019 12:00 pm Published by Leave your thoughts

A China é mais uma vez líder no mercado mundial de veículos elétricos, com venda de 1,2 milhão de unidades em 2018, segundo dados de um relatório da agência “Petróleo 2019 – Análises e Previsões para 2014”. Neil Atkinson, chefe dos mercados de petróleo e divisão da indústria da Agência Internacional de Energia (AIE) e responsável pela divulgação do relatório, disse que a China responde por 56% do comércio total desse mercado em termos mundiais.

Ele afirmou que as medidas políticas da China, especialmente as voltadas para melhorar a qualidade do ar nas áreas urbanas, dão suporte ao uso de combustíveis alternativos no setor de caminhões e ônibus e que isso inclui táxis e veículos de entrega. Atkinson acrescentou que o impacto da substituição de combustíveis líquidos tradicionais por caminhões movidos a gás natural liquefeito e ônibus elétricos já tinha sido observado.

“Está ocorrendo uma grande transformação na China”, disse Atkinson, observando que a política adotada está causando importantes mudanças na estrutura das frotas de veículos do país. Ele comparou a quantidade de 500 mil ônibus elétricos na China (cerca de 500 mil) com a dos EUA (apenas algumas centenas).

O relatório também indicou uma queda na curva de crescimento sobre a demanda de petróleo na China, o que reflete uma maior economia no consumo. De acordo com a análise de Atkinson sobre esse fenômeno, isso aconteceu, em parte, por questões econômicas, mas em sua maioria graças a uma mudança de longo prazo na estrutura da economia energética da China.


Americano promove esportes e intercâmbio entre estudantes da China e dos EUA

junho 21, 2019 11:00 am Published by Leave your thoughts

O intercâmbio cultural e a conexão entre pessoas da China e dos Estados Unidos têm acontecido de diversas formas, e uma delas é oferecida pela DME Sports Academy, que além de promover essa troca de culturas, fornece treinamento de habilidades esportivas para estudantes talentosos de todo o mundo.

“Planejamos fazer um ótimo trabalho para oferecer educação significativa para as crianças. Elas têm a chance de não apenas aprender sobre os americanos, mas sobre crianças de todo o mundo”, disse Mike Panaggio, cofundador e proprietário da DME Sports Academy (DMESA), numa entrevista à Xinhua.

Fundada há três anos, a DMESA oferece treinamento de desenvolvimento atlético de alto nível e orientação de habilidades para a vida para jovens talentos nacionais e estrangeiros. Ele espera que entre 60 e 75 crianças ingressem no DMESA no próximo ano, sendo 10% deles chineses.

Panaggio contou que um dos seus alunos de intercâmbio favoritos era um menino chinês de 13 anos, que morava com ele e sua esposa chinesa em sua casa. “Ele é um estudante muito brilhante, ficamos muito orgulhosos dele. Ele é como o nosso filho”, lembrou.

Ele diz acreditar que a educação no DMESA não é apenas sobre o trabalho escolar e a aprendizagem nos livros, mas sim sobre aprender a falar a língua inglesa e aprender sobre outras pessoas: “é realmente uma grande troca cultural”. Ele ainda fala que foi para a China no fim dos anos 80 e que vê o potencial do mercado chinês.

Apesar das atuais tensões entre os Estados Unidos e a China no comércio e em alguns outros setores, Panaggio se diz “bastante otimista” com as perspectivas do relacionamento entre os dois países. “Pelo menos, esperamos que não haja nenhum problema. Porque eu penso em estudantes chineses não diferentes dos que pensamos sobre os estudantes americanos. As pessoas são pessoas”.


Rodovia que liga Pequim ao novo aeroporto será finalizada ainda em junho

junho 21, 2019 10:00 am Published by Leave your thoughts

A construção da rodovia que liga Pequim ao seu novo aeroporto, o Aeroporto Internacional de Pequim Daxing, deve ser concluída ainda no fim deste mês de junho, pelo que informou a Comissão Municipal de Transporte da capital chinesa.

A estrada norte-sul do novo aeroporto e o trecho médio de uma estrada leste-oeste para a parte norte do aeroporto logo serão concluídas e abertas ao tráfego. Com uma extensão de 27 km e quatro faixas em cada sentido, a estrada norte-sul liga a parte sul do quinto anel de Pequim ao lado norte do novo aeroporto. Com ela, esse percurso levará apenas 20 minutos.

O novo aeroporto está localizado a 46 km ao sul do centro da cidade e foi projetado para aliviar a pressão no já superlotado Aeroporto Internacional de Pequim Capital, que fica no nordeste da metrópole. A previsão para o início de suas operações é até o dia 30 de setembro.


Compreender a China é essencial para o desenvolvimento pacífico global

junho 19, 2019 5:00 pm Published by Leave your thoughts

Zhu Min, ex-vice-diretor administrativo do FMI, discursa durante evento em Pequim

A China desafia categorizações fáceis. Com uma população de mais de 1,3 bilhão de habitantes, ela se estende da vastidão do Deserto de Taklamakan a oeste até a florescente metrópole de Xangai a leste e é ao mesmo tempo ultramoderna e profundamente tradicional. O conhecimento mais elementar a respeito da China deve levar em conta que sua política, economia e cultura variam conforme a região.

Como segunda maior economia do mundo, maior manufatureira, maior nação comercial e segundo maior consumidor de bens durante anos seguidos, a China não para de atrair atenção do mundo. No entanto, devido a barreiras geográficas, linguísticas e culturais, assim como à complexidade das condições nacionais da China, ela com frequência é mal compreendida por alguns ocidentais.

Depois do sucesso das suas primeiras das duas primeiras sessões anuais, a 3ª Conferência Compreendendo a China foi realizada em dezembro de 2018 em Pequim, com economistas estrangeiros e líderes regionais sentados lado a lado com seus colegas chineses para aprimorar o entendimento mútuo. Durante a conferência, a China Hoje entrevistou vários renomados especialistas e constatou mais uma vez a profunda influência mundial exercida pelo rápido desenvolvimento da China.

Colocar estereótipos de lado

Stephen Roach, renomado economista americano, é atualmente pesquisador associado do Instituto Jackson de Assuntos Globais da Universidade de Yale e palestrante da Escola de Administração dessa universidade. Roach tem dedicado boa parte de sua carreira a estudar o futuro desenvolvimento da região Ásia-Pacífico. “Acho que há muita coisa sobre a China que o mundo não compreende”, observou. Na sua visão, é extremamente importante que o resto do mundo se esforce para aprofundar sua compreensão da China.

“Acho que para envolver outras comunidades do mundo, seria útil que conferências como essa ‘Compreendendo a China’ fossem realizadas nos Estados Unidos, na Europa e no Japão. É importante que haja um amplo consenso entre os povos. O desafio principal é convencer aqueles que estão fora da China”, afirmou Roach. Entre as questões-chave relacionadas à China que precisam ser discutidas estão a inovação e o setor manufatureiro.

Gordon Bajnai é um empreendedor e economista húngaro, que foi também primeiro ministro da Hungria de 2009 a 2010. Como político e economista que conhece em profundidade tanto o passado quanto o presente da China, ele afirmou que os chineses estão agora recuperando gradativamente o papel global que o país teve há centenas de anos. Isso significa que o mundo precisa acolher a China, compreender o sentido desta mudança e promover uma adaptação mútua.

Nathan Gardels, confundador e alto conselheiro do Instituto Berggruen, comentou o crescimento e a abertura da China afirmando que são “fatores importantes para o mundo inteiro, porque, se a China desacelera, os Estados Unidos também desaceleram, e o mundo inteiro desacelera. Portanto, uma contínua reforma e abertura em direção ao futuro é importante para as metas do nosso mundo”.

Estudar mais, aprender mais

A reforma e abertura é um tema que estudiosos estrangeiros não podem deixar de examinar em sua abordagem e esforço de compreender melhor a China. Os últimos 40 anos foram de muitas realizações.

Em nível nacional, o PIB da China cresceu de 367,9 bilhões em 1978 para 82,7 trilhões de yuans em 2017, com crescimento anual de 9,5% em média – muito mais alto do que a média mundial de 2,9% no mesmo período. Foram feitas notáveis conquistas em construção de infraestrutura, com a criação de complexas redes de estradas, ferrovias e linhas de trem de alta velocidade. Em termos de direitos humanos, a China tirou 740 milhões de pessoas da linha da pobreza; 93,8% das crianças em idade escolar têm garantia de educação obrigatória durante nove séries; 900 milhões de pessoas têm acesso a uma pensão básica; mais de 1,3 bilhão de pessoas são cobertas por um sistema de seguro-saúde; e a expectativa de vida subiu de 67,8 anos em 1981 para 76,7 anos em 2017.

Esses fatos concretos são a base para o estudo da China. Na entrevista a China Hoje, Roach destacou a importância da reforma e abertura iniciada há quarenta anos. “Ela me interessa pessoalmente porque eu sou economista, e acho fascinante estudar como a China enfrentou suas questões ao longo dos últimos quarenta anos, o que ela tem feito e como tem articulado uma visão para o futuro. Para mim, como economista, é um estudo de caso único.”

Pascal Lamy, ex-diretor geral da Organização Mundial do Comércio, e Zhu Min, vice-diretor administrativo do FMI, na 3ª Understanding China Conference, no último mês de dezembro, em Pequim

Além de constituir um estudo de caso para um destacado economista, a reforma e abertura da China atraiu aqueles que querem aprender a partir dessa experiência. Ela tem um sentido diferente para Güven Sak, economista turco, acadêmico, fundador e diretor administrativo da Fundação de Pesquisa em Economia Política da Turquia, já que este país adotou uma política similar de abertura na mesma época.

“Eu sou da Turquia, portanto, a abertura chinesa tem muita importância para nós, porque a Turquia também iniciou um processo de abertura no início da década de 1980, junto com a China. Mas trilhamos caminhos diferentes. E o caminho que vocês adotaram foi bem-sucedido, portanto vou fazer algumas comparações para tentar entender melhor as diferenças.”

Dawn Nakagawa, ex-vice-presidente executiva do Conselho do Pacífico sobre Política Internacional, é hoje vice-presidente executiva do Instituto Nerggruen. “Impressionante” pe a primeira palavra com a qual Nakagawa descreve entusiasmada a reforma e abertura da China nos últimos quarenta anos. Ela vê essas décadas do ponto de vista humanitário, destacando como a vida mudou para melhor, de muitas maneiras, para o povo chinês, e que a determinação do governo há quarenta anos merece os créditos por tudo que estamos vendo hoje.

“Acho que é um bom exemplo para o mundo. Também penso em como era a China há quarenta anos e no que ela está se transformando, e o quanto isso é realmente importante para o povo da China. Portanto, acho isso muito positivo.”

Maior cooperação

O presente protecionismo comercial internacional, as tensões geopolíticas e outros problemas fazem a economia global sofrer pressões restritivas. A China tem acolhido a globalização, tem feito parte ativamente de organizações multinacionais, participado e promovido o diálogo e a cooperação entre as grandes economias, e tido papel importante na reforma do mecanismo global de governança financeira para evitar uma recessão econômica mundial prolongada. A atitude proativa e aberta da China em termos de cooperação também atraiu pessoas com um enfoque similar.

Bajnai ressalta o mercado consumidor da China. Na sua visão, a China segue uma direção estratégica em termos de economia e de intercâmbio pessoa a pessoa, e os húngaros precisam melhorar sua compreensão da China. “Nós também precisamos ser mais capazes de exportar para o mercado chinês, conforme a China continua promovendo a abertura e a reforma de sua economia, o que lhe permite importar cada vez mais produtos húngaros. Esperamos poder vender mais os nossos produtos e tecnologias aos chineses.”

No que se refere à cooperação, Nakagawa disse que entre todas as áreas de cooperação ela realmente gostaria de ver especialmente uma cooperação maior em IA e em engenharia genética, já que são terrenos de muito poderio tecnológico. “Há um cuidado muito grande na maneira como a IA e a engenharia genética estão sendo desenvolvidas na China, e espero que haja maior cooperação internacional a respeito de como fazer isso de uma maneira eficaz e humana.”

Ela também expressou preocupações em relação a um aumento na competição e da não-cooperação ao redor do mundo, o que inclui China e Estados Unidos, e pediu responsabilidade global para uma maior cooperação e menor competição.

A China desafia categorizações fáceis, mas a busca de paz e harmonia está na essência da cultura chinesa. A China continuará a se abrir ao mundo exterior e a ter um papel ativo na governança global para cumprir suas responsabilidades como grande país. Ao mesmo tempo, irá aprimorar ainda mais seu modelo de desenvolvimento, e os novos impulsos do seu avanço criarão mais oportunidades para uma cooperação pacífica no mundo.


Huawei anuncia investimento de US$ 100 bilhões em infraestrutura de rede

junho 19, 2019 1:30 pm Published by Leave your thoughts

A Huawei irá investir US$ 100 bilhões nos próximos cinco anos para melhorar a eficiência e a confiabilidade da sua infraestrutura de rede, pelo que afirmou o fundador e CEO da gigante da tecnologia, Ren Zhengfei.

Durante um diálogo com o futurista estadunidense George Gilder e com o cofundador do Media Lab, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) que aconteceu na sede da Huawei, em Shenzhen, Ren disse que não há planos para reduzir os gastos em pesquisa, apesar dos golpes financeiros feitos pelos Estados Unidos, e prometeu que a empresa fará mais contribuições para a ciência teórica no futuro.

Ren ainda afirmou que os ataques realizados pelo governo dos EUA não podem impedir a companhia de seguir em frente. De acordo com as estimativas feitas por ele, a receita da Huawei deve cair para cerca de US$ 100 bilhões neste ano e no próximo, mas que em 2021 é esperada uma recuperação. Ele ainda destacou que a principal meta para a sociedade humana é criar riqueza e ajudar mais pessoas a saírem da pobreza e que as necessidades humanas só podem ser atendidas por meio da colaboração e desenvolvimento.


Panda doente retorna à natureza após tratamento

junho 19, 2019 12:30 pm Published by Leave your thoughts

A panda gigante doente, que foi resgatada por aldeões do distrito de Jiuzhaigou, na província de Sichuan, no dia 5 de abril, retornou ao ambiente selvagem após 10 semanas de tratamento com dois veterinários e um criador da Base de Pesquisa de Chengdu para a Procriação de Panda Gigante. Segundo a equipe que examinou o animal, se trata de uma fêmea adulta, de até 8 anos, que estava desidratada e sofrendo de transtorno eletrolítico, acidose metabólica, infecção, anemia e disfunção cardíaca.

Passando mais de dois meses em tratamento intensivo, a panda conseguiu apresentar melhora no seu tratamento digestivo, na ingestão alimentar e no seu estado mental. Agora ela está pesando 85 kg, dez a mais do que ela estava quando foi encontrada. Os especialistas acreditam que o peso já pode ser considerado normal, sendo que pandas de 8 anos que vivem em cativeiro geralmente pesam entre 95 e 120 kg.

Outro índice que mostra a sua melhora é a sua defecação diária. Quando foi encontrada, ela defecava muito pouco, mas agora ela já está defecando mais de 10 kg por dia. Em média, pandas em cativeiro que possuem a idade dela defecam de 15 a 30 kg por dia. A equipe ressalta que todos os seus índices físicos já ficaram normais e que ela, por ser selvagem, já estava adequada para voltar para a natureza.

A panda gigante foi vista descendo de uma montanha rumo às habitações humanas no início de abril. Os aldeãos informaram a administração da reserva natural e receberam a instrução de deixá-la sozinha com água limpa e bambu. Ela bebeu água, mas não comeu nada, e apareceu na mesma área no dia seguinte, parecendo mais fraca e emitindo sons. Como ela não fugia nem atacava quando humanos se aproximavam, eles concluíram que ela estava em condição física muito ruim.


Xi Jinping realizará viagem à República Popular Democrática da Coreia

junho 19, 2019 11:00 am Published by Leave your thoughts

O presidente da China e secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh), Xi Jinping, realizará uma visita de Estado à República Popular Democrática da Coreia (RPDC) nos dias 20 e 21 de junho a convite do próprio Kim Jong Un, presidente do Partido dos Trabalhadores da Coreia e da Comissão dos Assuntos de Estado da RPDC.

Essa será a primeira visita do mais alto líder do PCCh chefe de estado da China à RPDC em 14 anos, além de ser a primeira visita do secretário-geral Xi ao país desde que aconteceu o 18º Congresso Nacional do PCCh, em 2012, pelo que informou Song Tao, chefe do Departamento Internacional do Comitê Central do PCCh, quando ele informou à imprensa sobre a iminente visita.

A viagem acontece por ocasião do 70º aniversário do estabelecimento dos laços diplomáticos China-RPDC e é de extrema importância para aproveitar os sucessos do passado e avançar ainda mais nas relações bilaterais entre os dois países, disse Song.


Navio chinês conclui pesquisa em montanhas submarinas no Pacífico

junho 19, 2019 9:30 am Published by Leave your thoughts

O Kexue (Science), navio de pesquisa chinês, concluiu a sua missão de pesquisa nas montanhas submarinas no Oceano Pacífico ocidental nesse final de semana e já iniciou a sua viagem de volta à China. Durante a expedição, o Discovery, veículo operado remotamente, realizou 19 mergulhos e coletou mais de 800 amostras biológicas, incluindo corais, esponjas, camarões e mariscos.

“Há cerca de 250 espécies nessas amostras, respondendo por todos os espécimes que tínhamos coletado nas duas expedições realizadas nos dois últimos anos”, apontou Xu Kuidong, cientista-chefe a bordo do navio e pesquisador da Academia Chinesa de Ciências (ACC). Segundo ele, as amostras ajudarão os cientistas na pesquisa da diversidade biológica, dos ecossistemas e da biologia das montanhas submarinas.

O Discovery também fotografou alguns “jardins submarinos”, compostos por corais coloridos, esponjas e ouriços-do-mar, que estão nessas montanhas e que raramente são vistos na zona tropical do Oceano Pacífico ocidental. O Kexue deverá zarpar na cidade de Xiamen, na província de Fujian da China, no dia 23 de junho.


Safra de verão chinesa deverá crescer este ano

junho 18, 2019 7:30 pm Published by Leave your thoughts

O Ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais da China declarou que, de acordo com as suas previsões, o país terá uma colheita abundante para as safras de verão deste ano, com quase 80% das safras já colhidas. A área total para cultivo de verão permanece estável, com 26,7 milhões de hectares, mas a produção média de cada hectare de trigo (principal safra de verão) deverá aumentar.

“A boa safra é atribuída a vários fatores, incluindo políticas favoráveis de preço do trigo, apoio tecnológico para aumentar a produção por área de unidade, bem como medidas eficazes de controle de desastres”, disse o ministério. Em 2018, a produção de grãos de verão da China ficou em 138,72 milhões de ton, uma queda de 2,2% em relação ao ano anterior.