Artigo sobre emprego em Xinjiang desmascara mentiras de “trabalho forçado”

Pesquisadores entrevistaram mais de 100 trabalhadores em 14 distritos e cidades

Créditos: Xinhua/Hu Huhu

Um artigo de pesquisa divulgado pela Universidade de Xinjiang revelou fatos sobre o emprego na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, noroeste da China, desmascarando as mentiras sobre “trabalho forçado”.

A equipe de pesquisa da “Declaração sobre os Fatos do Trabalho Decente para Diferentes Grupos Étnicos em Xinjiang” gastou três meses visitando 14 distritos e cidades na região e entrevistou mais de 100 trabalhadores das etnias Han, Uigur, Cazaque, Hui, Xibo, Dongxiang, Daur, Russa, entre outras.

“Vi com meus próprios olhos uma imagem vívida de pessoas de todos os grupos étnicos em Xinjiang que trabalham voluntariamente, amam seu trabalho e levam uma vida melhor”, exaltou Zuliyati Simayi, autora principal do artigo.

“Felicidade”, “decência”, “amor”, “respeito”, “cooperação” e “união”, são as palavras-chave mais comentadas durante as entrevistas ao longo do texto, refletindo as aspirações comuns dos trabalhadores de todos os grupos étnicos.

De acordo com as estatísticas, a renda per capita disponível dos residentes urbanos em Xinjiang aumentou de 17.921 yuans (US$ 2.672) em 2012 para 37.642 yuans em 2021; a renda disponível per capita dos residentes rurais em Xinjiang aumentou de 6.394 yuans para 15.575 yuans.

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