Amostras lunares coletadas na missão Chang’e-5 ajudam a entender intemperismo espacial

Estudo foi liderado pelo Instituto de Geologia e Geofísica da Academia Chinesa de Ciências

Créditos: CNSA/Divulgação via Xinhua

Amostras lunares coletadas pela missão Chang’e-5 da China ajudaram os pesquisadores a entender melhor os efeitos da latitude no intemperismo espacial na Lua, de acordo com a Academia Chinesa de Ciências (CAS, sigla em inglês).

Impactos de micrometeoritos e irradiação do vento solar, processos dominantes de intemperismo espacial, modificaram amplamente composições e microtextura de materiais do solo na Lua.

Baseado no estudo feito com vários minerais de um único clasto basáltico da amostra Chang’e-5, uma equipe de pesquisa revelou que as características de intemperismo espacial são dependentes da espécie mineral hospedeira.

O estudo foi liderado por Lin Yangting e Li Jinhua do Instituto de Geologia e Geofísica da CAS, em cooperação com vários pesquisadores chineses. Os resultados foram publicados na revista Geophysical Research Letters.

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