Alimentos brasileiros atraem visitantes chineses na 2ª CIIE

De acordo com a Apex-Brasil, os alimentos prontos para comer e os produtos de agronegócio foram os que mais fizeram sucesso no pavilhão brasileiro da feira

Durante a 2ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, na sigla em inglês), que aconteceu de 5 a 10 de novembro em Xangai, os visitantes foram atraídos pelos alimentos expostos no pavilhão brasileiro de exposição. De acordo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), alimentos e produtos do agronegócio estão entre os principais itens exibidos.

Os alimentos prontos para comer, como pão de queijo, mel, açaí, cachaça e café, ganharam grande destaque e realizaram atividades promocionais e degustações, com o objetivo de “conquistar o paladar” do público chinês, pavimentando o caminho para explorar o mercado de consumo na China. “O sabor é especial, pode-se sentir que o produto é natural sem aditivos artificiais, é gostoso e ao mesmo tempo não muito doce. É exatamente o que eu gostaria”, disse uma visitante ao provar o sorvete de açaí.

O pão de queijo, lanche muito popular no Brasil, embarcou novamente na feira, após seu grande sucesso na primeira edição da CIIE. Segundo o importador chinês do produto, esse alimento corresponde ao pão chinês cozido a vapor em termos de popularidade e começou a entrar no mercado já no ano passado, sendo recebido bem pelos consumidores chineses.

Segundo Sergio Segovia, presidente da Apex-Brasil, a China é um mercado extremamente promissor e a CIIE é uma importante vitrine para mostrar os produtos de qualidade do Brasil. Ele disso que o país deve aproveitar bem esta ocasião, pois é uma oportunidade para as empresas brasileiras examinarem se as suas estratégias estão corretas.

Na zona de exposição de alimentos e produtos agrícolas da CIIE, há uma outra área com concentração de empresas brasileiras. Um estande que abriga diversas empresas brasileiras e com decorações de matas tropicais exibe própolis, café e lanches, além de carne bovina. Segundo a companhia que organizou a participação de tais empresas na CIIE, apesar de grande distância geográfica entre a China e o Brasil, as empresas brasileiras ainda têm vontade de vir à China para explorar o mercado chinês.

A CIIE, realizada pela primeira vez no ano passado, é a primeira exposição de nível nacional no mundo sobre importação. A edição deste ano abrange uma área de 360 mil m², com a participação de 3.893 empresas provenientes de 155 países e regiões, além de 26 organizações internacionais.

Fonte: Xinhua

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