Alfândega da China apreende duas peles de tigre de Bengala

A investigação, que acontece desde maio, continua em andamento, e um dos suspeitos já se encontra preso

Funcionários da alfândega chinesa prenderam uma quadrilha de contrabando de espécies ameaçadas de extinção e apreenderam duas peles de tigre de Bengala. O processo teve início em meados de maio, quando uma pele de tigre amarelo foi encontrada numa encomenda expressa enviada para Lankao, província de Henan, e retida pela alfândega de Zhengzhou e pela alfândega de Fuzhou. Após investigações, um dos suspeitos, Wang, foi preso e uma outra pele branca de tigre foi apreendida.

Segundo informações da alfândega, as duas peles, que têm mais de três metros de comprimento cada, foram avaliadas em cerca de 1,6 milhão de yuans (US$ 232.650). O tigre de Bengala é uma espécie em risco de extinção e está incluída no Anexo I da Cites (Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção).

As investigações continuam em andamento, sendo que até agora também cinco suspeitos foram presos e 200g de marfim foram retidos. Desde o início de 2019, a alfândega de Zhengzhou já relatou cinco casos de contrabando envolvendo espécies ameaçadas de extinção e apreendeu 8 kg de marfim e coral vermelho avaliados em 3 milhões de yuans.

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