“Adoro aprender chinês!”

Como se sentem os estrangeiros em relação ao aprendizado de chinês? Alguns alunos que ganharam bolsa do Instituto Confúcio foram entrevistados pela China Hoje. Veja suas impressões e opiniões!

Kamila Carter, EUA

Esta menina de 12 anos de idade é aluna do Instituto Confúcio na Universidade San Dieg State, nos EUA. Os pais dela são deficientes auditivos. Com a ajuda da avó, ela aprendeu a se comunicar com os membros da família em várias linguagens. “Para mim a melhor hora é quando estou aprendendo com os professores e colegas no Instituto Confúcio, e depois posso comentar com meu pai e minha mãe o que aprendi, e todas as histórias que me contam sobre a China durante a aula”, afirma Carter. “Muitas pessoas do meu círculo recebem assistência desinteressada do Instituto Confúcio, algumas delas enfrentado os mesmos problemas que meus pais. Aprender chinês me faz sentir confiante, e espero um dia me tornar embaixadora para comunicação cultural China-EUA, para ajudar as pessoas.”

 

Lida Gulter, Rússia

Esta garota russa está aprendendo chinês há dois anos. Ela gosta de caligrafia e história da China, e tem fascínio pela literatura chinesa. “Aprender chinês não é tão simples quanto eu pensava, especialmente a pronúncia, que para mim é muito difícil. A sorte é o pinyin, meu pequeno auxiliar para aprender o mandarim chinês padrão!” Gulter diz que a coisa que mais a atrai é poder fazer mais amigos do mundo inteiro.

 

 

Dao Thi Thu Huong, Vietnã

Ela está aprendendo chinês há seis anos. Cursando o segundo ano de pós-graduação, ela agora estuda na Universidade Sichuan, e pretende formar-se em ensino internacional de chinês. Suas aulas favoritas são as de cultura e história da China, assim como as de recortes em papel. Dos poemas chineses modernos, seu favorito é Nostagia, de Yu Guangzhong: “Quando eu era criança, a nostalgia parecia um peque selo: aqui estava eu, e lá estava minha mãe”.

 

 

Ramadan Gouda, Egito

Ele já chegou à China há alguns meses, mas já aprende chinês há mais de dois anos. Seu poema favorito é Uma Noite Tranquila, escrito por Li Bai, da dinastia Tang (618-907). “Olho para o céu, vejo a lua brilhante; curvo-me, com saudade de casa, e me afogo.” Ele diz: Não falo chinês com muita fluência, mas mesmo assim gosto de aprender a língua. Viver na China me ajuda a compreender melhor esse país e seu povo”.

 

 

Manon Denis, França

Ela aprende chinês há cerca de três anos. Embora a língua não seja muito fácil de assimilar, ela pratica todo dia assistindo a programas de tevê. A profissão de seus sonhos é comércio internacional, e ela se esforça muito para se preparar bem para isso. Diz que recebe muita ajuda dos seus amigos chineses na França.

 

 

 

 

 

Alessio Virecci Fana, Itália

Ele aprende chinês há cinco anos. A partir do momento em que travou contato com a cultura chinesa tradicional, apaixonou-se por ela, o que teve profundo impacto em sua vida e na sua aprendizagem. Seu favorito na literatura chinesa é Lu Xan. Ele já consegue recitar alguns trechos do seu livro Noite de Outono – No meu quintal dos fundos, posso ver duas árvores do outro lado do muro: uma é uma árvore de jujuba, a outra também”.

 

 

Mohamed Tarek Salah, Egito

Zhen Li é o nome chinês de Mohamed. Depois de aprender chinês durante três anos, ele faz sua primeira visita à China. Conhece bastante a cultura e a história da China, e se interessa por muitas coisas do país. “Às vezes acho fácil aprender chinês; mas em algumas fica difícil. Gosto do cozido de Sichuan e aqui há muitos lugares interessantes, como Jinli, um ponto muito pitoresco, Taikoo Li e a rua de pedestres Chunxi (em Chengdu, província de Sichuan).” Seu poema favorito é Algumas Pessoas, que homenageia Lu Xun, uma figura destacada da literatura chinesa moderna. “Uma pessoa está viva, mas ele já está morto. Uma pessoa está morta, mas ele ainda vive.”

 

Mukesh Kumar Verma, Índia

Ele está aprendendo chinês há oito anos. No início, achava os caracteres chineses muito misteriosos, mas logo ficou fascinado com eles. “Só vindo até a China pata ter uma compreensão melhor dos chineses e desta nação”, declarou. “O chinês é minha segunda língua estrangeira, e sua lógica linguística é totalmente diferente, não muito fácil de dominar. Mesmo hoje, ainda tenho que me esforçar muito para compreender sua lógica. Mas, para mim, os caracteres chineses são também um desafio, especialmente a sua pronúncia”.

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